Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 20/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 20/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 20/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 20/09 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 20/09 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 20/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Geral

Sarkozy e Cameron discutem cooperação militar em Paris

media O presidente francês Nicolas Sarkozy e o primeiro-ministro britânico David Cameron, na manhã desta sexta-feira no Palácio do Eliseu.

O presidente francês Nicolas Sarkozy recebe nesta sexta-feira no Palácio do Eliseu o primeiro-ministro britânico David, para uma mini-cúpula que tem como principal tema a cooperação militar e nuclear. Os líderes também vão anunciar o lançamento de uma aeronave teleguiada de combate.

O projeto comum tem o objetivo de reforçar as relações entre França e Reino Unido em matéria de defesa e, segundo a imprensa francesa, preparar o pós-Rafale e o pós-Eurofighter. O anúncio acontece duas semanas depois da compra de 126 aeronaves Rafale, da Dassaut, pela Índia, contrato estimado em 12 bilhões dólares.

Em novembro de 2010, Paris e Londres assinaram os acordos de Lancaster House, um pacto sem precedentes que prevê uma aproximação nas negociações nucleares e em outros projetos convencionais, como a criação de um corpo expedicionário comum.

França e Reino Unido, que garantem 60% das despesas militares da União Europeia, esperam que esta cooperação bilateral diminua os efeitos dos cortes orçamentários causados pela crise. Além disso, também querem garantir o status de potências mundiais e membros permanentes do Conselho de segurança da Onu.

O acordo foi motivado por certo desinteresse dos Estados Unidos pela Europa. Washington passou a se interessar estrategicamente pela Ásia, colocando em risco a relação com Londres. O retorno da França no comando integrado da Otan também facilitou a reaproximação.

Mas se a cooperação sobre as questões nucleares avança entre os dois países, os projetos na área convencional têm mais dificuldade de se concretizar. O clima entre Londres e Paris ficou pesado depois que Cameron rejeitou, em dezembro, o novo tratado europeu sobre a crise. O exército britânico também não está investindo a energia necessária no novo projeto, já que está desmoralizado pelas novas restrições orçamentárias e pela situação no Iraque e no Afeganistão.

A questão agora, segundo especialistas, é como separar as relações de defesa das questões políticas, principalmente para protegê-las nas próximas eleições.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.