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Geral

Jornais criticam oportunismo de Sarkozy com taxa Tobin

media Angela Merkel e Nicolas Sarkozy discutem taxa sobre transações financeiras, destaca o Les Echos. RFI

A taxa sobre transações financeiras para evitar a especulação, discutida hoje em Berlim por Angela Merkel e Nicolas Sarkozy, recebe destaque em toda a imprensa nesta segunda-feira, 9 de janeiro.

Denunciando uma medida eleitoreira, o jornal comunista L'Humanité diz que o presidente francês decidiu aderir à taxa porque encontra dificuldades para se reeleger, com um balanço de governo marcado por medidas em favor dos ricos e do capital. L'Humanité aponta as contradições de Sarkozy nesse dossiê. Várias vezes no passado ele condenou a taxa sobre transações financeiras, mas agora com a proximidade das eleições decidiu aderir a essa "reivindicação progressista antiga", escreve L'Humanité. Em novembro, o Senado, que tem maioria de esquerda, tentou votar a taxa, relata o jornal comunista, mas Sarkozy foi contra para agora transformá-la numa proposta de sua campanha.

O diário conservador Le Figaro lembra que a maior entidade patronal francesa, o Medef, e a associação que representa os organismos e empresas atuantes no mercado financeiro local são contrárias à instauração da taxa sobre transações financeiras exclusivamente em território francês.

No diário econômico Les Echos, um representante da associação dos mercados financeiros (Amafi) afirma que a taxa proposta por Sarkozy enfraqueceria a praça financeira parisiense empurrando os investidores para mercados menos onerosos, como Londres e Frankfurt. "É um paradoxo total, uma política de fachada, uma cegueira completa aos olhos dos investidores", diz o entrevistado, lembrando que o mercado financeiro serve essencialmente para financiar a economia.

Libération destaca que a também chamada taxa Tobin, ideia do prêmio Nobel de Economia James Tobrin, se tornou um ponto de divergência entre Merkel e Sarkozy, já que a chanceler alemã é contra a aprovação da taxa nesse momento.
 

 
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