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Geral

Reunião sobre clima em Durban termina com acordo de última hora

media A plenária da ONU, em Durban, apluade a conclusão do acordo na madrugada de domingo 11 de dezembro de 2011. RFI/Anne-Cécile Bras

Com mais de 24 horas de atraso, a reunião sobre o clima das Nações Unidas, a COP 17, terminou com um acordo que, em linhas gerais, estende o Protocolo de Kyoto, que deveria expirar em 2012, por um período de 5 anos. O texto também traça um projeto para um acordo global em 2015 destinado a reduzir as emissões de gases que provocam o efeito estufa.

A União Europeia comemorou aliviada a solução para o impasse que pairava na conferência de Durban, na África do Sul. Para os europeus, o acordo é uma passo “histórico na luta contra o aquecimento global”. Em um comunicado, a UE diz que a sua estratégia de convencer os 190 países presentes na cúpula a serem mais ambiciosos funcionou.

Conseguimos fazer com que os maiores emissores, como Estados Unidos, Índia e China, concordassem com um plano que vai garantir um acordo global abrangente", disse o secretário de Clima e Energia da Grã-Bretanha, Chris Huhne. A diplomacia francesa também afirmou que o encontro foi um "sucesso" que garantiu o futuro do Protocolo de Kyoto.

Pela primeira vez, um compromisso global incluirá todos os maiores poluidores na luta contra a emissão de gases do efeito estufa. O objetivo é que o acordo, cujo arcabouço jurídico ainda deve ser definido, entre em vigor até 2020. Os delegados concordaram que começarão a trabalhar no ano que vem num novo tratado com vínculos legais para cortar a emissão de gases do efeito estufa.

Os críticos, contudo, disseram que o plano de ação é tímido para reduzir as consequências negativas das mudanças climáticas no planeta. A meta da comunidade internacional é limitar o aumento da temperatura global a 2°C, mas um estudo apresentado esta semana em Durban afirma que esse objetivo já parece defasado, pois o mundo está no caminho de um aumento de 3,5°C no âmbito global.

A ONG Oxfam disse estar decepcionada e afirmou que o acordo fechado na madrugada deste domingo em Durban limitou-se" ao mínimo possível". 

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