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Geral

Incêndios destroem parte das florestas na Rússia

media Prédios inteiros foram destruídos pelo fogo em várias cidades russas.

Uma zona de mais 120 mil hectares já foi atingida pelo fogo e milhares de bombeiros foram mobilizados para tentar conter as chamas. O país vive a pior onda de calor dos últimos 130 anos, com temperaturas na casa dos 40 graus.

Somente nas últimas 24 horas quase 800 novos incêndios foram registrados na Rússia. Pelo menos 28 pessoas morreram e 3.500 tiveram que deixar suas casas ameaçadas pelo fogo. De acordo com o ministério russo para Situações de Emergência, mais de 1.200 residências foram queimadas, principalmente nas regiões do centro e da bacia do rio Volga, ao leste e sudeste de Moscou, mas a fumaça já pode ser vista na capital.

Diante da situação, as autoridades do país mobilizaram mais de 240 mil homens para lutar contra as chamas. "Estamos vivendo uma catástrofe natural que só acontece a cada 30 ou 40 anos", declarou o presidente Dmitri Medvedev. O primeiro ministro russo, Vladimir Putin, também qualificou a situação como muito difícil.

O estado de emergência foi decretado em 14 dos 83 distritos federais do país. Segundo a imprensa local, cidades inteiras, como Togliatti, com quase um milhão de habitantes, podem ser evacuadas. Já em Nijni Novgorod, ao leste da capital Moscou, o aereoporto teve que anular aterissagens por causa da fumaça.

Os incêndios foram provocados pela onda de calor que atinge a Rússia há vários dias. Com termômetros na casa dos 40 graus, esse já esta sendo considerado o verão mais quente dos últimos 130 anos no país.

De acordo com as informações divulgadas pela autoridades nesse sábado, praticamente metade dos incêndios foram controlados. No entanto, a previsões meteorológicas não são otimistas e informam que os ventos vão continuar, assim como as temperaturas elevadas, o que não deve facilitar o trabalho dos bombeiros.
 

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