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França

França volta a colocar em dúvida acordo entre União Europeia e Mercosul

media A porta-voz do governo, Sibeth Ndiaye, diz que a França tem “interrogações legítimas” sobre o acordo UE-Mercosul. Thomas SAMSON / AFP

O governo francês voltou a se pronunciar nessa quarta-feira (10) sobre o Acordo de Livre Comércio entre a União Europeia (EU) e o Mercosul. Segundo a porta-voz do governo, Sibeth Ndiaye, a França tem “interrogações legítimas” a respeito de três pontos do tratado, particularmente sobre setores considerados sensíveis ao país e o acordo climático de Paris.

Em reunião com seu Conselho de Ministros, o presidente Emmanuel Macron disse que o texto apresentado não traz garantias "suficientemente robustas" para que o Acordo de Paris sobre o Clima seja respeitado. Para o governo francês, cumprir o pacto concluído em 2015 tornou-se um pré-requisito para a assinatura de outros tratados comerciais.

Padrões de saúde animal são outro ponto de interrogação. Macron quer mais garantias de que as normas sanitárias europeias serão respeitadas nos produtos e durante seu processo de fabricação pelos países do Mercosul.

Áreas sensíveis

O acordo abrange quase 90% da atividade econômica da UE e do Mercosul, incluindo setor agrícola, serviços, tecnologia, serviços financeiros e bens manufaturados.

Entre os setores considerados sensíveis para a França estão a carne bovina, o açúcar e as aves. Com relação à entrada desses produtos na Europa, Emmanuel Macron insiste na ativação das chamadas "cláusulas de salvaguardas".

"Queremos saber mais sobre como as cláusulas de salvaguarda que incluímos neste tratado comercial serão ativadas ", disse a porta-voz do governo francês. Agricultores europeus temem a concorrência desleal de produtores do Mercosul.

Na reunião com seus ministros, Macron anunciou que será instaurada, nos próximos dias, uma comissão independente e transparente para analisar o projeto de acordo entre os dois blocos.

 

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