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França

Jornais franceses debatem turismo em zonas de risco

media O jornal Liberation desta terça-feira (14) faz um balanço sobre as destinações perigosas para o turismo Reprodução

O jornal francês Libération desta terça-feira (14) faz um balanço sobre as destinações perigosas para o turismo no mundo, de acordo com recomendações do ministério francês das Relações Exteriores.

O vermelho é para zonas formalmente desaconselhadas, como grande parte do norte da África, alguns pontos do Oriente Médio, sudoeste da Ásia (Afeganistão e Paquistão), outros focos na Ásia (incluindo Fukushima, no Japão, por causa do acidente nuclear, e a ditadura comunista da Coreia do Norte), além da Venezuela.

A Venezuela não é aconselhada por causa dos "apagões que afetam hospitais, a falta de medicamentos, manifestações que podem bloquear estradas e ofertas de voos limitadas".

A cor da zona de fronteira do Benin, onde aconteceu o sequestro dos turistas franceses, com o Burkina Faso, passou de laranja para vermelho, por causa de ataques de extremistas.

O laranja, que marca as áreas desaconselhadas exceto em casos de urgência, se espalha pelo norte da América do Sul, se mescla com o vermelho do norte da África, aparecendo também na América Central e Ásia.

Brasil em vigilância reforçada

A parte noroeste do Brasil está em laranja, todo o resto em bege, área classificada como vigilância reforçada. Esse bege contorna as áreas de mais risco em todo o mundo.

Europa, Estados Unidos, México, China, Argentina, Austrália e Rússia entram no quesito vigilância normal, ou seja, são áreas sem restrições para o turismo.

Libération constata que a maioria das companhias de turismo respeitam o código de cores do governo francês e não organizam viagens para as áreas em risco. Mas o incidente recente pode levar o ministério das Relações Exteriores a estender as zonas vermelhas, provocando críticas dos setores de turismo.

Operações sem fim

O jornal Le Figaro analisa as operações militares francesas contra o jihadismo no Sahel, faixa de transição que separa o deserto ao norte e as savanas ao sul. A operação Barkhane, iniciada há seis anos, não tem perspectivas de terminar e os custos em vidas humanas são cada vez mais altos, diz o Figaro.

Aujourd’hui en France pergunta: “Operação Barkhane, missão impossível? ”. O jornal lembra que é a maior operação externa conduzida pela Franca, com 4.500 militares mobilizados, dos quais 17 já morreram desde 2014. Segundo uma fonte militar, os jihadistas se adaptam, desenvolvendo outros métodos de ataque.

 

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