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França

“Uma parte de nós está queimando”, diz Macron sobre incêndio da Notre-Dame

media Turistas assistem de longe ação dos bombeiros que tentam conter o fogo na Catedral de Notre-Dame REUTERS/Charles Platiau

Parte do telhado da Catedral de Notre-Dame desabou durante o incêndio que atingiu o monumento nessa segunda-feira (15). O presidente francês, Emmanuel Macron, foi até o local do acidente, que ainda não tem causa definida.

Segundo André Finot, porta-voz da Catedral, não “restará nada da estrutura do teto, que data do século 19”. Logo que o incêndio começou, o pináculo (torre) do monumento desabou, seguido da estrutura do telhado. 

O incêndio, cuja gravidade ainda está sendo avaliada, tomou conta do sótão da catedral, um dos monumentos religiosos mais visitados da Europa. De acordo com o porta-voz da Notre-Dame, o fogo começou no fim da tarde, pouco antes das 19h (14h em Brasília). Ainda não há informações sobre eventuais vítimas. 

Quase duas horas após o início do incêndio, os bombeiros ainda tentavam conter as chamas. Como as escadas das equipes de socorro têm cerca de 30 metros de comprimento e que o monumento tem mais de 100 metros de altura, as operações são ainda mais lentas. As estreitas ruas que cercam o monumento, construído em uma ilha às margens do rio Sena, também tornam difícil o trabalho dos bombeiros. 

Reforma poderia estar na origem das chamas

Segundo as primeiras informações, o incêndio poderia estar ligado a uma reforma que está sendo realizada nesse momento na Catedral. As obras começaram no ano passado. A Procuradoria de Paris já abriu uma investigação para apurar as origens do fogo.

O presidente francês, Emmanuel Macron, se exprimiu logo após o acidente. “Emoção de toda a nação. Meus pensamentos para todos os católicos e todos os franceses”, declarou o chefe de Estado nas redes sociais. “Como todos os nossos compatriotas, estou triste esta noite ao ver queimar uma parte de nós”.

Macron deixou o palácio do Eliseu, sede da presidência, por volta das 20h15 (15h15 em Brasília) em direção à Catedral. O chefe de Estado é acompanhado pelo primeiro-ministro, Edouard Philippe.

Cerca de 13 milhões de visitantes por ano

A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, se exprimiu nas redes sociais, onde falou de uma “incêndio terrível”. “Estamos mobilizados e peço que todos respeitem o perímetro de segurança”, declarou a prefeita.

Emmanuel Grégoire, um dos adjuntos da prefeitura de Paris, disse que a prioridade agora é “evitar novas vítimas colaterais”. Ele lembra que também é importante salvar as obras de arte que estão dentro da Catedral.

Notre-Dame recebe cerca de 13 milhões de visitantes por ano. O incêndio acontece no primeiro dia das celebrações da Semana Santa, quando a frequentação da Catedral é ainda maior. 

 

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