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“Eu nunca me aquietei artisticamente”, diz cantora Flávia Bittencourt em turnê pela Europa

“Eu nunca me aquietei artisticamente”, diz cantora Flávia Bittencourt em turnê pela Europa
 
A cantora Flávia Bittencourt. RFI

Maranhense de São Luís, Flávia Bittencourt está em turnês por vários países europeus para um show que mistura as canções de seus quatro álbuns anteriores e as do novo trabalho, a ser lançado ainda este ano.

Eclética, ela transita por diversos ritmos a partir de suas raízes musicais, ancorada em sua terra natal. Mas seu trabalho flerta com a música eletrônica, que vai estar presente no seu novo projeto Eletrobatuque.

A turnê, que teve início em Paris, já percorreu a Itália antes de voltar à capital francesa, passar pelo sul da França e terminar em Lisboa.  

O show é um resumo de sua trajetória musical marcada pelo lançamento de seu primeiro álbum, Sentido, em 2006. O trabalho rendeu indicações ao Grammy Latino e ao prêmio TIM Award. Na sequência, lançou Todo Domingos (2008) em homenagem a Dominguinhos, No Movimento (2013) e Leve (2016), que teve participações da conterrânea Alcione e de Luiz Melodia, e também de artistas regionais. 

“Cada álbum tem sido uma descoberta, tem sua identidade. Eu nunca me aquietei artisticamente, sempre busquei experimentar outras sonoridades”, afirma a cantora e também compositora.

Flávia diz buscar “trazer a sonoridade de sua bagagem nordestina, do Maranhão, misturando com instrumentos mais acústicos como o violoncelo e o acordeão”.

Sobre o novo trabalho, que será lançado ainda este ano no Brasil, a maranhense afirma que ele marcará uma nova fase de sua carreira. “Eletrobatuque será bem peculiar porque traz o eletrônico, mas não vai ser dançante. A música eletrônica vai estar entremeando com os outros elementos e sonoridades”, adianta.

Em suas apresentações pelos palcos da Europa, ela diz ter sentido um acolhida calorosa e não apenas dos brasileiros que se identificam com os ritmos já conhecidos. “Muitas pessoas são curiosas para conhecer algo novo, mesmo não tendo as referências musicais que trago. O público francês, por exemplo, é muito aberto. E esse objetivo de levar a nossa arte está sendo realizado”, afirma


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