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França

Ao ser autorizado a sair da prisão, Carlos Ghosn reitera inocência

media Carlos Ghosn renunciou à presidência da Renault no fim de janeiro, dois meses depois de ser preso no Japão. REUTERS/Regis Duvignau/File Photo

O executivo Carlos Ghosn poderá sair da prisão nesta quarta-feira (6), sob fiança. O tribunal do distrito de Tóquio acatou o pedido de libertação do empresário franco-líbano-brasileiro, nesta manhã. Um recurso do Ministério Público japonês foi rejeitado pela Justiça, que autorizou o ex-presidente da Renault-Nissan a deixar a cadeia mediante rígidas condições.

Ghosn está preso desde novembro, acusado de fraude financeira pela montadora Nissan, que ele presidia. Ele poderá ser libertado assim que pagar a fiança, estipulada em 1 bilhão de ienes (R$ 34 milhões). Como os bancos já estavam fechados no momento da decisão judicial, o pagamento deve ocorrer nesta quarta-feira.

Em um comunicado, o ex-CEO declarou estar “infinitamente grato” aos seus amigos e familiares pelo apoio recebido desde a prisão. “Eu sou inocente e estou determinado a me defender vigorosamente em um processo contra todas essas acusações sem fundamento”, afirmou, no comunicado.

Vigilância de câmeras

O advogado dele, Junichiro Hironaka, sugeriu que ele poderá dar uma coletiva de imprensa assim que for possível. Em troca da liberdade, o executivo não poderá sair do Japão e, segundo a imprensa japonesa, será obrigado a se submeter à vigilância constante de câmeras de segurança, a domicílio.

Ghosn é acusado de três crimes de quebra de confiança e dissimulação de renda para as autoridades do mercado acionário japonês entre 2010 e 2018, delitos que ele nega.

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