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França

Principal advogado de defesa de Carlos Ghosn pede demissão

media Motonari Otsuru, advogado de Carlos Ghosn, durante coletiva de imprensa em janeiro. REUTERS/Kim Kyung-hoon

O advogado à frente da equipe de defesa do executivo Carlos Ghosn, detido desde 19 de novembro em Tóquio por suspeitas de desvios de fundos, anunciou nesta quarta-feira (13) que se retira do caso.

Ex-promotor, Motonari Otsuru “submeteu uma carta de demissão ao tribunal”, assim como o colega Masato Oshikubo, segundo um breve comunicado do escritório de advocacia do qual fazem parte.

A decisão, que não teve os motivos explicados, aconteceu antes da reunião prevista para quinta-feira (14) entre advogados, juízes e promotores para preparar o julgamento.

Otsuru, 63 anos, tinha a delicada missão de defender o franco-libanês brasileiro Carlos Ghosn, criador da aliança das montadoras Renault-Nissan-Mitsubishi, acusado de três delitos de abuso de confiança e de dissimulação de renda às autoridades da Bolsa entre 2010 e 2018, o que ele nega.

Críticas às condições de prisão

No começo de janeiro, Otsuru deu sua única entrevista coletiva, na qual se mostrou pessimista sobre as perspectivas de liberdade sob caução de Ghosn, antes da abertura do processo do executivo, que deve acontecer dentro de alguns meses.

Não houve sinais públicos de desavenças entre Ghosn e seus advogados, apesar de Otsuru ter se recusado a criticar as condições de prisão do executivo durante a entrevista coletiva.

Em uma entrevista realizada no final de janeiro, na prisão de Kosuge, no norte de Tóquio, o executivo criticou sua prisão prolongada, uma situação que não seria “normal” em “qualquer outra democracia”.

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