Ouvir Baixar Podcast
  • 14h27 - 14h30 GMT
    Flash de notícias 16/01 14h27 GMT
  • 14h06 - 14h27 GMT
    Programa 16/01 14h06 GMT
  • 14h00 - 14h06 GMT
    Jornal 16/01 14h00 GMT
  • 08h57 - 09h00 GMT
    Flash de notícias 16/01 08h57 GMT
  • 08h36 - 08h57 GMT
    Programa 16/01 08h36 GMT
  • 08h30 - 08h36 GMT
    Jornal 16/01 08h30 GMT
  • 08h33 - 08h57 GMT
    Programa 13/01 08h33 GMT
  • 08h30 - 08h33 GMT
    Jornal 13/01 08h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
Últimas notícias
  • Brexit/Reino Unido: Governo de Theresa May escapa por pouco de moção de censura

Campeão brasileiro de esgrima estará no Mundial Militar da França

Campeão brasileiro de esgrima estará no Mundial Militar da França
 
Henrique Marques, da equipe de Alto Rendimento das Forças Armadas, estará na França para o Campeonato Mundial Militar de Esgrima em Nancy. Divulgação

Na próxima quinta-feira (13), começa em Nancy, na França, o 46º Campeonato Mundial Militar de Esgrima. Grandes nações da Europa e do mundo irão se encontrar durante três dias, para competir em diferentes modalidades desse esporte. Do Brasil, virão nove atletas que fazem parte da equipe de alto rendimento das forças armadas. Entre eles está o campeão brasileiro de 2017, Henrique Marques.

O paulistano de 22 anos é jovem na idade, mas já tem muita experiência na esgrima. “Eu tinha 8 anos, aliás, eu era até um pouco mais novo quando comecei a praticar o florete. Sempre fui sócio do Clube Pinheiros em São Paulo. Lá, eles tinham uma escolinha onde as crianças podem ir conhecendo vários esportes. Foi quando eu tive o primeiro contato com a esgrima”, contou Marques.

Foi pela esgrima ser tão competitiva que ele se apaixonou pelo esporte. “Eu fui assistir um torneio e vi como aquilo era competitivo. Na hora eu pensei ‘agora gostei de verdade’. Fiz uma aula experimental na semana seguinte e desde então não parei mais”, afirmou.

Olímpiada Rio 2016

Em 2016, com apenas 18 anos, Henrique participou se sua primeira olimpíada. “Foi uma experiência única. Eu nunca imaginei que eu conseguiria participar dos jogos do Rio. Eu ainda era bem novo, tinha 18 anos. Tinha ido estudar nos Estados Unidos onde comecei a treinar muito. Voltei para competir no Brasil, entrei para equipe em 2015 e comecei a disputar todas as competições nacionais. Comecei a ter bons resultados e o presidente da confederação me perguntou se eu estava disposto a jogar o circuito internacional com a equipe adulta, para tentar buscar a classificação para as Olimpíadas”, contou Marques.

“O Brasil teve os melhores resultados na história da esgrima, com dois atletas entrando para as quartas de final e ficando entre os oito melhores. Então foi bem importante para o nosso esporte”, completou o esgrimista.

No ano seguinte, Henrique Marques recebeu o convite para se juntar ao Programa de Incorporação de Atletas de Alto Rendimento das Forças Armadas Brasileiras. “Em 2017, eu tive a oportunidade de entrar para o programa do exército, graças ao Major Cramer, que é responsável pela esgrima. Consegui passar por todos os processos seletivos, fui aceito e tive que fazer um treinamento de duas semanas para entender como funciona as forças armadas, o exército brasileiro. Desde então, eu tenho representado o exército em competições nacionais e internacionais”, afirmou o jovem atleta.

Faculdade americana

Para Marques, a entrada na equipe de alto rendimento do exército não teria acontecido se ele não tivesse a oportunidade de estudar nos Estados Unidos. “É incrível como as universidades americanas apoiam os alunos na área esportiva. Lá, o esporte e os estudos são considerados da mesma forma. Dava para balancear as duas coisas. No Brasil, infelizmente, a partir do momento em que você entra em uma universidade, dificilmente você vai ter a chance de se desenvolver no esporte, pelo menos no de alto rendimento. Porque geralmente é preciso fazer muita coisa para a faculdade, muitos trabalhos, com horários que não ajudam. Lá no Estados Unidos, eu fiquei impressionado como eles como eles gostam de aluno atleta, como eles apoiam o pessoal de lá com tudo, quadras, pistas e até fisioterapia. Tudo o que a gente precisava”, ressaltou.

No Campeonato mundial, junto com a equipe do exército, Marques espera que o Brasil consiga bons resultados, mas admite que ainda é difícil criar alguma expectativa. “Não sabemos quem vai participar. Normalmente, nós vamos para mundiais já sabendo quem irá participar, já que são sempre os mesmos atletas. Mas nesse campeonato militar, são muitos competidores que não conhecemos. Mas eu imagino que vai ser uma competição bem difícil, principalmente porque todos esses atletas de alto nível jogam também a parte classificatória. Normalmente, nas Copas do Mundo eles entram direto para o quadro principal. Mas no mundial militar não tem isso. Então com certeza vai ser uma competição de altíssimo nível. Mas estamos preparados para enfrentar os melhores”, afirmou Henrique Marques.

O Campeonato Mundial Militar acontece de 13 a 16 de dezembro em Nancy, no leste da França.


Sobre o mesmo assunto

  • Gay Games/Paris

    Ex-moradora de rua é primeira brasileira a ganhar medalha de ouro no Gay Games

    Saiba mais

  • Esportes

    Membros do Football Leaks dizem não confiar em jornalistas esportivos

    Saiba mais

  • Esportes

    Maior jóquei brasileiro é homenageado no Hipódromo de Chantilly na França

    Saiba mais

  1. 1
  2. 2
  3. 3
  4. ...
  5. seguinte >
  6. último >
Programas
 
O tempo de conexão expirou.