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França

Polícia prende centenas em Paris nas primeiras horas de protesto dos "coletes amarelos"

media Polícia prendeu manifestantes antes mesmo do início do protesto REUTERS/Christian Hartmann

Chamada de “ato 4”, a mobilização deste sábado (8) dos "coletes amarelos" deixa a capital francesa sob um esquema excepcional de segurança. Até o final da manhã, foram registradas 272 detenções e mais de 500 manifestantes foram revistados, como anunciou o primeiro-ministro francês, Edouard Philippe.

Logo cedo, o barulho de bombas de gás lacrimogênio já podia ser ouvido no entorno da avenida dos Champs-Elysèes. O governo francês teme um protesto ainda mais violento durante o dia, depois de diferentes atos de vandalismo e saques de lojas no último fim de semana.

"Vamos fazer tudo para que essa jornada [de protestos] aconteça nas melhores condições possíveis", declarou o chefe do governo, Edouard Philippe, após uma reunião com alguns ministros pela manhã. Ele também agradeceu os responsáveis políticos, sindicais e associativos que pediram calma nessa manifestação. 

O primeiro-ministro anunciou 481 revistas e 211 prisões preventivas. Mas o balanço foi logo atualizado e, por volta de meio dia as autoridades informaram que 545 pessoas foram paradas pela polícia e 335 detidas para interrogatório. 

Dispositivo de segurança inédito

Um plano inédito de segurança foi organizado pelas forças francesas para mais este protesto dos "coletes amarelos", que acontece em diferentes cidades da França. Ao todo, foram mobilizados 89 mil policiais - 8 mil deles só em Paris – para tentar evitar novas cenas de violência durante o ato.

Para evitar um novo fim de semana de distúrbios, as autoridades francesas decidiram fechar uma dezena de museus e teatros da capital – Louvre, d'Orsay, Museu de Arte Moderna, Museu do Homem, Ópera, entre outros. As principais lojas de departamento da cidade – Galeries Lafayette, Le Bon Marché, BHV e Printemps –, assim como a Torre Eiffel, não abrirão as portas ao público neste sábado.

Agências bancárias, cinemas, lojas, cafés e restaurantes cobriram suas vitrines com tapumes e placas de fibra de vidro para se proteger de atos de vandalismo dos manifestantes. Dezenas de estações de metrô foram fechadas.

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