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Reportagem da revista francesa Les Echos mostra exuberância de Inhotim

Reportagem da revista francesa Les Echos mostra exuberância de Inhotim
 
Revista Les Echos Week-end traz matéria sobre o Instituto Inhotim e sua coleção de arte contemporânea. Fotomontagem RFI/ weekend.lesechos.f

O Instituto Inhotim, no povoado de Brumadinho (Minas Gerais), e sua coleção de arte contemporânea instalada em meio à natureza ganham reportagem de cinco páginas na revista semanal do diário econômico Les Echos, o jornal de referência no meio empresarial francês. O texto é assinado pela jornalista franco-brasileira Mariana Reali, que exalta a beleza do lugar para um estrangeiro.

Os brasileiros costumam recomendar aos turistas para se hospedar em Belo Horizonte, a 60 km de distância de Inhotim, mas mal podem imaginar como Brumadinho e sua terra vermelha, suas lojas e mercadinhos típicos, sem falar nos cachorros vira-latas, podem parecer exóticos para o olhar de um estrangeiro, conta a revista.

Os 140 hectares do parque, que já foi visitado por 3 milhões de turistas, são fruto de um "capricho" do empresário Bernardo Paz, descreve Les Echos. O jornal o apresenta como um excêntrico magnata do minério, nascido na região, apaixonado por botânica e arte contemporânea.

O texto conta que foi o artista plástico Tunga, morto em 2016, que estimulou Bernardo a criar a coleção de arte, na década de 1980, e instalar as peças em seu jardim privativo. Hoje, Inhotim tem 23 pavilhões, um acervo de 1.300 obras, das quais "apenas" 700 foram expostas até agora.

Os franceses, grandes apreciadores de arte, não vão se decepcionar ao percorrer os pavilhões dedicados a Tunga, Cido Meireles, Adriana Varejão, sem falar nos trabalhos do dinamarquês Olafur Eliasson, da japonesa Yayoi Kusama, do italiano Giuseppe Penone, dos americanos dan Graham e Chris Burden e por aí vai.

Um sonho tropical

Bernardo Paz investiu US$ 500 milhões no maior museu a céu aberto do mundo, destaca a revista. Mas o conto de fadas acabou em 2017, quando o brasileiro foi condenado a nove anos de prisão por lavagem de dinheiro e evasão fiscal. O empresário foi obrigado a deixar a presidência do instituto, mas o ano de 2018 marca uma nova era para Inhotim e tudo indica que o local irá sobreviver com novos financiamentos.

Les Echos sublinha que visitar Inhotim é se entregar a inúmeras experiências sensoriais e abrir o espírito para as criações mais extravagantes. É sobretudo descobrir a arte contemporânea de uma maneira lúdica, sem precisar compreender o propósito das obras. Sem falar na exuberância de suas 4.500 espécies de plantas exóticas e suas 1.400 variedades de palmeiras. Um sonho tropical, conclui a reportagem.

Os franceses estão chegando.


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