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França

Artista feminista é acusada de exibicionismo após performance em santuário na França

media A artista apareceu nua diante do santuário de Lourdes, no sudoeste da França Reprodução Twitter

A artista franco-luxemburguesa Déborah de Robertis está sendo acusada, mais uma vez, de exibicionismo após ter aparecido nua no santuário de Lourdes, no sudoeste da França, no sábado (1). Ela já conta com duas performances sem roupas no histórico – nos museus do Louvre e d'Orsay – e terá de comparecer, em maio do ano que vem, ao Tribunal Correcional da cidade de Tarbes.

A feminista de 34 anos se posicionou no santuário, segurando as mãos, coberta de um véu azul. “Magnífico o ventre que te carregou; magnífico o sexo que te criou; magnífico o seio que te amamentou”, publicou Deborah de Robertis em seu Twitter, com uma foto da performance.

Algumas pessoas tentaram esconder sua nudez e preveniram a polícia. A artista já passou pelo Tribunal Correcional de Paris em outubro de 2017 pelo mesmo motivo, após sua aparição, também despida, diante do quadro da Mona Lisa. Mas a jurisdição parisiense acatou os argumentos da defesa de que se tratava de um “ato militante e artístico” e a liberou.

A performance consistia em interrogar o lugar das mulheres na história da arte”, explicou Déborah de Robertis. A militante foi entretanto condenada a efetuar 35 horas de trabalho social por ter mordido o braço de um guarda do museu.

Déborah de Robertis já está acostumada com as consequências legais de seus atos artísticos na França: ela também recebeu duas advertências por suas performances nuas no museu d'Orsay. A primeira em frente à “Origem do mundo”, de Gustave Coubert, em 2014, e a segunda perto da obra “Olympia”, de Edouard Manet, em 2016.

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