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França

Cimenteira franco-suíça acusada de crimes contra a humanidade ao financiar grupo Estado Islâmico

media Vista geral da usina Lafarge no norte da Síria, em Jalabiya. Delil souleiman / AFP

A companhia franco-suíça de material de construção Lafarge foi acusada nesta quinta-feira (28) de cumplicidade em crimes contra a humanidade depois de uma acusação de financiar grupos jihadistas, entre eles o grupo Estado Islâmico na Síria.

A Lafarge SA, holding acionista majoritária da filial síria Lafarge Cement Syria (LCS), foi acusada igualmente por financiamento de empresa terrorista e por colocar em perigo a vida de ex-empregados da fábrica de Jalabiya (norte).

A decisão é conforme o requerimento da procuradoria de París, segundo fontes jurídicas. A Lafarge SA se encontra submetida a um controle judicial, que inclui uma fiança de € 30 milhões.

Depois de oito acusações nos últimos meses de vários diretores, entre eles o ex-presidente da Lafarge entre 2007 e 2015, Bruno Lafont, por financiamento de uma empresa terrorista e/ou ter colocado em perigo a vida do próximo, agora é a vez da Lafarge SA se explicar ante dois juízes financeiros, Charlotte Bilger e Renaud Van Ruymbeke, encarregados do expediente junto a um juiz antiterrorista, David de Pas.

"Pedágio"

O grupo Lafarge, que fez uma fusão em 2015 com o suíço Holcim, é suspeito de ter pago, no total, através de sua filial síria, a LCS, quase € 13 milhões entre 2011 e 2015 para manter sua usina de Jalabiya enquanto o país estava mergulhado na guerra.

Parte deste montante foi pagado ao grupo Estado Islâmico (EI) a título de "pedágio" para poder manter suas atividades sem perturbação.

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