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França

Brasil é grande homenageado da 42ª edição do Festival de Animação de Annecy, na França

media Imagem do longa metragem Tito e os pássaros Divulgação/ Flickr Festival Annency

O Brasil, que já levou o Cristal de Melhor longa-metragem em 2013 e 2014, ganhou lugar de honra na vitrine principal do maior evento dedicado ao cinema de animação do mundo, que começa nesta segunda-feira (11). Artistas e filmes brasileiros serão a bola da vez em 2018: uma grande exposição concebida pela ABCA, a Associação Brasileira do Cinema de Animação, retraça e celebra os 100 anos da animação brasileira e estrelas como Carlos Saldanha marcam presença no evento. Um total de 220 filmes de 93 países será exibido dentro da competição oficial da 42ª edição do Festival de Filme de Animação de Annecy.

Enviada especial a Annecy

Desde o começo da década de 1960, a elite mundial do cinema de animação se reúne às margens do gigantesco lago de Annecy, no sudeste da França, para celebrar um estilo cinematográfico tão antigo quanto a sétima arte. Localizada na região dos Alpes e conhecida como “a Veneza francesa”, Annecy recebe o festival desde seu nascimento durante as Jornadas Internacionais do Cinema de Animação (JICA).

Homenageado nesta edição 2018, o Brasil faz as honras da casa na competição oficial com o longa-metragem “Tito e os pássaros”, de Gabriel Matioli, Yazbek Bitar, André Catoto Dias e Gustavo Steinberg. Três curtas brasileiros também podem levar prêmios, respectivamente “Guaxuma”, de Nara Normande, “Boy Transcoded from Phosphene”, de Rodrigo Faustini e “Almofada de Penas”, de Joseph Specker.

Segundo o diretor artístico do evento, Marcel Jean, a escolha de homenagear o Brasil em 2018 se deve ao desejo de “sublinhar a emergência de uma verdadeira cinematografia de animação”, premiada em duas edições com o Cristal de melhor longa-metragem, respectivamente “Uma história de amor e fúria”, de Luiz Bolognesi, em 2013, e “O menino e o mundo”, de Alê Abreu, em 2014.

Telão com a animação - "Ballerina"/"Leap!", Eric SUMMER, Eric WARIN Flicker Festival Annecy

Além disso, o curta brasileiro “Guida” levou o prêmio Jean-Luc Xiberras de primeira obra em 2015. “Recentemente, o Brasil foi premiado durante três anos consecutivos, o que é excepcional e justifica nossa vontade de explorar mais profundamente a produção brasileira de animação. Queremos mostrar como este grande território é uma fonte criativa poderosa e como os animadores brasileiros souberam desenvolver uma expressão singular e forte”, completa o diretor artístico do festival.

A segunda edição do MIFA Campus (Mercado Internacional do Filme de Animação) do Festival de Annecy, que promove encontros com jovens talentos do audiovisual, traz este ano como patrono o legendário Richard Williams. Entre os destaques do MIFA, um encontro com mulheres diretoras de filmes de animação numa parceria entre o Women in Animation (Mulheres na Animação) e o Les Femmes s'Animent (As mulheres se animam). O Brasil estará presente com uma delegação de 54 empresas do setor, com a presença do presidente da Ancine, Christian de Castro Oliveira, e da diretora de Negócios da Apex Brasil, Marcia Nejaim.

O ministro da Cultura do Brasil, Sérgio Sá Leitão, abre nesta segunda-feira (11) a exposição “100 anos em 100 segundos”, que celebra o primeiro século da animação brasileira, mostrando a evolução da linguagem dos criadores do país desde o primeiro filme, “O Kaiser”, de 1917, até as produções mais recentes. Durante os quatro dias do festival, a exposição “Tudo Bom” traz ao público presente no sudeste da França também todas as particularidades da arte digital brasileira.

Outro evento muito disputado na abertura deste evento é a presença do diretor brasileiro Carlos Saldanha, estrela da animação mundial, que apresenta nesta segunda-feira o making off de “Ferdinand”, sua última produção pela 20th Century Fox. O Festival do Filme de Animação de Annecy acontece até o dia 16 de junho.

 

 

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