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França

Grevistas prometem paralisar todos os maquinistas da França

media Grevistas acusam o governo de tentar privatizar o sistema ferroviário francês. REUTERS/Stephane Mahe

Os funcionários do setor ferroviário francês organizam mais um dia de greve nesta segunda-feira (14). O tráfego deve ser fortemente perturbado nesta que foi batizada de “jornada sem maquinistas”. Grevistas acusam o governo de tentar privatizar os serviços de transportes. 

O objetivo dos sindicados de diferentes categorias, que se uniram nesta ação, é de que nenhum trem circule durante o dia. A companhia nacional de transporte ferroviário (SNCF na sigla em francês) afirma já ter recebido ameaças de bloqueios nas estações e tomada dos trilhos pelos grevistas. “Se isso acontecer, vamos reagir com firmeza”, informou a estatal por meio de um comunicado.

Porém, a SNCF antecipa que “o dia será muito difícil”, e anuncia um fortalecimento do movimento iniciado em abril. Segundo as previsões divulgadas neste domingo (13), apenas um em cada três trens deve circular nas principais linhas do país, inclusive na malha da periferia da capital. Nas rotas de média distância (Intercités), somente um em cada cinco trens deve funcionar.

As linhas internacionais foram relativamente poupadas. Dois em cada cinco trens devem circular. Já o Eurostar, que vai para Londres, e o Thalys, que viaja para a Bélgica, Holanda e Alemanha, devem funcionar quase normalmente.

Os sindicatos da SNCF protestam contra a supressão do estatuto especial de seus trabalhadores para novas contratações, a abertura do serviço ferroviário à concorrência e a transformação da empresa em sociedade anônima. Para os grevistas, esta última medida abriria a via para uma futura privatização do setor, algo que o governo nega.

A paralização deve durar até a noite de terça-feira (15).

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