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França

Cacá Diegues apresenta seu Grande Circo Místico em Cannes

media O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues. DR

Em sessão especial fora de competição, o delegado-geral do Festival Internacional de Cinema de Cannes, Thierry Frémaux, apresentou o mais novo filme de Carlos Diegues, O Grande Circo Místico, neste sábado (12).

Enviada especial a Cannes

Em francês, Carlos Diegues, 77 anos, dedicou a sessão ao cineasta Nelson Pereira dos Santos, que morreu no mês passado, aos 90 anos. “Um mestre e grande amigo”, disse o diretor. Em seguida, ele agradeceu a todos que participaram do filme, de atores a produtores, mas especialmente à produtora Renata Almeida Magalhães, que também é sua mulher.

Vários atores do longa estavam presentes na sala, como Mariana Ximenes, Marcos Frota e o francês Vincent Cassel, que aproveitou para falar sobre o privilégio de ter trabalhado com Diegues e todo o elenco. “Talvez vocês não os conheçam, mas são todos estrelas no Brasil”, disse Cassel à plateia.

Baseado em poema de 47 versos contido no livro A Túnica Inconsútil (1938), de Jorge de Lima, O Grande Circo Místico conta a história de cinco gerações de uma família circense. O roteiro é assinado por George Moura e Cacá Diegues. As filmagens aconteceram em 2015, em Portugal.

Reminiscências

Impossível não pensar em Bye-Bye Brasil e a trupe circense liderada pelo mestre de cerimônias Lorde Cigano, vivido por José Wilker. Mas o Grande Circo não é um road movie e é mais plástico e poético. As músicas de Chico Buarque e Edu Lobo, feitas para um espetáculo musical homônimo de Naum Alves de Sousa para o Balé Teatro Guaíra, em 1983, são retomadas no filme em gravações originais ou novas.

Bye-Bye Brasil concorreu à Palma de Ouro em 1980. Diegues voltou ao tapete vermelho de Cannes em 1984, com Quilombo, e em 1987, com Um Trem Para as Estrelas. Em 2012, o cineasta foi presidente do júri do prêmio Câmera de Ouro.

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