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França

Protestos contra Macron reúnem milhares em toda a França

media Quadro de Macron no lugar de Napoleão Bonaparte, durante protesto ocorrido neste sábado (5) em Paris. REUTERS/Charles Platiau

Milhares de manifestantes foram às ruas de Paris e outras cidades francesas, como Estrasburgo, Toulouse e Bordeaux, para protestar contra o presidente Emmanuel Macron. Na segunda-feira (7), o centrista vai completar o seu primeiro ano de governo, um mandato que divide a opinião dos franceses, conforme as pesquisas de opinião.  

Em Paris, o cortejo anti-Macron se reuniu na praça da Ópera e seguiu até a Bastilha, que costuma receber as manifestações de esquerda. Os participantes criticaram o presidente com ironia: não faltaram “Macrons” vestidos de Napoleão Bonaparte, de Júpiter e de banqueiro, enquanto a multidão gritava que ele é "o presidente dos ricos".

A polícia afirma que havia 40 mil manifestantes, mas os organizadores reivindicam 160 mil. Eles pediram aos participantes que mantivessem um "espírito festivo" durante o protesto, cujo encerramento está previsto para as 20h locais (15h em Brasília), com um show.

Manifestação contra Macron em Paris começou na praça da Ópéra. REUTERS/Charles Platiau

A manifestação foi convocada pelo partido França Insubmissa, do líder de esquerda radical Jean-Luc Mélenchon. Ele denunciou uma campanha do executivo para "diabolizar qualquer oposição". "Viva aos assalariados da Air France, viva aos ferroviários, viva aos funcionários dos hospitais públicos, viva aos advogados!", disse Mélenchon, referindo-se aos diferentes setores que protestaram na França nas últimas semanas.

Proteção policial

O ato aconteceu sob forte aparato policial, depois que centenas de black blocs provocaram tumulto e destruição nas manifestações do dia 1º de Maio. Cerca de 2 mil policiais estavam mobilizados para garantir a segurança do protesto deste sábado. Mesmo assim, uma van da emissora de rádio FranceInfo foi danificada por homens vestidos de preto.

Associações, sindicatos e partidos preveem uma nova jornada de protestos no próximo dia 26. "Um novo ciclo de mobilização está a caminho", comemorou Mélenchon.

Várias universidades permanecem bloqueadas, em meio aos protestos contra os planos de Macron de tornar o acesso ao ensino superior mais seletivo, o que prejudicou a realização das provas finais.

Uma pesquisa divulgada neste sábado indica que 45% dos franceses acham que Macron fez um primeiro ano de governo "positivo" e, para 53%, o balanço é negativo. Entre os eleitores do presidente nas eleições do ano passado, 68% estão satisfeitos até agora.

Com informações AFP

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