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França

Força e beleza de Sônia Braga em destaque no festival de cinema de Toulouse

media A atriz Sônia Braga, antes da exibição de "Aquarius", no Festival de Cannes, em 2016. REUTERS/Yves Herman

Quarenta anos separam “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, de Bruno Barreto, e “Aquarius”, de Kléber Mendonça, dois momentos emblemáticos da carreira de Sônia Braga, homenageada no festival Cinélatino, de Toulouse, no sudoeste da França.

Enviada especial a Toulouse

As responsáveis pela escolha desses dois filmes e da atriz brasileira como destaque no Cinelatino, as produtoras e atrizes Julie Gayet e Nadia Turincev, não poupam elogios. “É uma mulher cada vez mais bela com o passar dos anos”, diz Turincev. “E que se assume”, completa Gayet.

As produtoras da Rouge International são responsáveis por filmes como “Visages, Villages”, da veterana Agnès Varda e do artista plástico JR, documentário vencedor do prêmio francês César e que concorreu ao Oscar. No Cinelatino, elas apresentam “Bonsai”, de Cristián Jimenez, uma co-produção da França, Chile, Argentina e Portugal.

As produtoras Julie Gayet e Nadia Turincev (da esquerda para a direita) prestam homenagem a Sônia Braga. Patricia Moribe

Falsa submissa

“Em Aquarius, Sônia Braga é nitidamente uma mulher forte, e em Dona Flor, uma falsa submissa, de aparência frágil, um filme bastante inteligente”, diz Nadia Turincev.

“O tempo passa, mas isso não tem importância, idade é uma questão de energia, de interpretar um personagem, de ser mulher”, avalia Julie Gayet.

“Dona Flor hoje pode ser considerada uma mulher fraca, que não tem vontade própria, uma vítima”, opina Turincev. “Mas é justamente o contrário, ela apenas está apaixonada e considera o sexo importante. E quatro décadas depois, Clara, o personagem de Aquarius, também reafirma isso”, acrescenta. “A importância do sexo e do corpo”, completa Gayet, namorada do ex-presidente François Hollande.

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