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França

França: quase 75% das frutas com resíduos de pesticidas

media Estudo mostra níveis de resíduos de pesticidas em frutas e legumes. Pixnio

Uma ONG francesa lançou um alerta nesta terça-feira (20): quase 75% das frutas e 41% dos legumes não orgânicos consumidos na França apresentam resíduos de pesticidas mesuráveis.

A uva e o aipo estão no topo da lista de produtos com maiores quantidades de pesticidas.

O relatório da ONG Générations Futures (Gerações Futuras), que milita contra o uso de pesticidas, é baseado em dados da Direção Geral da Repressão de Fraudes (DGCCRF) para o período 2012-2016. O estudo se concentrou na análise de 19 frutas e 33 legumes com amostras representativas.

“Para as frutas, pudemos constatar, em média, resíduos de pesticida em 72,6% das amostras analisadas”, segundo um comunicado. Em 2,7% dos casos, os resíduos eram superiores aos limites autorizados.

Traços de pesticidas foram encontrados em 89% das amostras de uvas, em 88,4% de clementinas ou mandarinas (variedades de tangerinas), e em 87,7% das cerejas. Os limites autorizados foram ultrapassados nas cerejas (6,6% das amostras) e mangas ou papayas (4,8%).

No caso dos legumes, 41,1% apresentaram traços de pesticidas e 3,5% das amostras tinham resíduos superiores aos limites autorizados.

O aipo revelou resíduos de pesticidas em 84,6% das amostras, na frente das ervas frescas, com 74,5%, e das endívias, 72,7%. As ervas ultrapassaram os limites autorizados em 29,4% dos casos, e em 16% em relação ao aipo.

Os dados da DGCCRF se referem a resíduos mesuráveis e não a resíduos detectados, mas não quantificáveis. Por isso, a ONG Gerações Futuras diz que os “resultados apresentados ignoram uma parte dos resíduos realmente presentes”.

Um selo próprio

O governo prevê um plano de ação para reduzir os produtos fitofarmacêuticos na agricultura, após fracasso de uma série de medidas. Os produtores querem lançar um selo de qualidade “sem resíduos de pesticidas”, diferente das referências orgânicas. Os produtos não poderão apresentar mais de 0,01 mg de pesticida por quilo.

Mas a ONG Gerações Futuras não aprova essa solução, pois “não garante a ausência de pesticidas” e “não acaba com a poluição ambiental”.

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