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França

Macron: França “atacará” no caso de "prova indiscutível" de armas químicas na Síria

media O presidente francês Emmanuel Macron no Palácio do Eliseu, em 9 de fevereiro de 2018. REUTERS/Ludovic Marin/Pool

Se a França obtiver indícios que comprovem que armas químicas proscritas estão sendo usadas pelo regime contra civis na Síria, “nós atacaremos", disse o presidente francês Emmanuel Macron nesta terça-feira (13), durante coletiva de imprensa com a associação de jornalistas credenciados pelo Palácio do Eliseu, em Paris.

"Atacaremos no lugar onde os disparos são feitos ou onde eles são organizados, mas a linha vermelha será respeitada", disse o presidente francês Emmanuel Macron. "Mas hoje não temos ainda a prova de que armas químicas condenadas pelos tratados internacionais foram usadas contra populações civis", acrescentou o chefe de Estado.

Segundo Macron, a França deseja assegurar nas próximas semanas uma reunião sobre a Síria destinada a erradicar atividades balísticas com origem no território sírio. "Neste contexto, gostaria que pudéssemos discutir uma verdadeira continuação sustentável do destino político da Síria", disse o presidente francês.

A tensão aumentou neste fim de semana na Síria, quando o exército israelense realizou uma série de ataques aéreos contra alvos sírios e iranianos.

"Fonte de desestabilização"

"Atividades balísticas iranianas ou ligadas ao Irã, vimos que, tanto no Iêmen quanto também na zona síria, elas foram uma fonte de desestabilização, um problema para a segurança de muitos dos nossos aliados", afirmou Macron, reafirmando o desejo de abrir uma nova rodada de negociações para "colocar o Irã em vigilância balística".

"Isto é essencial para a segurança da região e nós devemos, portanto, ter um mecanismo de sanção e controle adequados para isso", completou o chefe de Estado." Qualquer forma de resolver esta situação pelo Exército hoje é um erro, já perdemos muito tempo com a balística e a política regional iraniana”, concluiu Macron.

As declarações da França sobre "as tentações hegemônicas" do Irã na região e da vontade de Emmanuel Macron de enquadrar a atividade balística iraniana lançaram um balde de água fria nas relações entre Paris e Teerã no fim de 2017.

Teerã garante que seu programa balístico tem apenas uma vocação defensiva e que o Irã não está preocupado com o acordo sobre seu programa nuclear, concluído em julho de 2015, após duras negociações.

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