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Rio Sena transborda e museus de Paris fecham salas para proteger obras de arte

Rio Sena transborda e museus de Paris fecham salas para proteger obras de arte
 
O Museu do Louvre foi obrigado a fechar um de seus andares para proteger as obras de arte das possíveis inundações. GUILLAUME SOUVANT / AFP

O Louvre e o Museu d’Orsay estão em alerta desde que o Sena, que cruza Paris, começou a transbordar esta semana. As fortes chuvas que marcaram o mês de janeiro provocaram inundações em vários pontos da cidade e as duas instituições, situadas às margens do rio, acionaram um plano de emergência para proteger suas obras de arte.

 

A França vive um dos meses de janeiro mais chuvosos de sua história recente. Em apenas quatro semanas choveu o equivalente a seis meses em algumas regiões. Um dos resultados foi a alta do nível de vários rios do país, entre eles o Sena, que cruza a capital Paris.

Desde o início da semana, as vias expressas paralelas ao rio registraram pontos de alagamento e foram interditadas. Uma linha de trens que cruza a cidade também teve sua circulação parcialmente suspensa. Nas periferias, a alta do Sena e de seus afluentes inundou algumas cidades e centenas de pessoas foram tiradas de suas casas. Cerca de mil residências também ficaram sem eletricidade na noite de quinta-feira (25).

Mas além dos riscos para a população, as autoridades estão cada vez mais preocupadas com a situação de duas instituições culturais: o Louvre e o museu d’Orsay. Situados, respectivamente, nas margens direita e esquerda do Sena, os dois museus assistem de camarote a subida das águas.

Desde segunda-feira (22), um dispositivo de alerta foi acionado no Louvre. O maior museu do mundo, que acolhe obras como a Mona Lisa, já fechou um de seus andares inferiores por medida de precaução. O fechamento faz parte de um Plano de proteção contra inundações (PPCI), procedimento que inclui ainda o estabelecimento de uma lista detalhada de todas as obras de arte que devem ser retiradas caso o nível da água represente um perigo maior. 

Fantasma do alagamento de 1910 ainda assusta parisienses

Desde que foi criado em 2002, o dispositivo já foi acionado uma vez, em junho de 2016, quando as chuvas provocaram a alta do Sena. Mesmo se nenhuma infiltração foi registrada, 152 mil peças conservadas em zonas de risco foram transferidas na época para andares mais elevados.

Do outro lado do rio, o Museu d’Orsay, conhecido por suas esculturas, também acionou o PPCI. A instituição, construída em uma antiga estação ferroviária, chegou a anular sua abertura noturna desta quinta-feira (25), quando eventos ligados à exposição de homenagem ao centenário da morte do pintor Edgar Degas estavam previstas.  

As chuvas devem continuar nos próximos dias na França e as autoridades estimam que o nível do Sena vai subir ainda mais, ultrapassando 6m de altura. Mas apesar das medidas de precaução, as inundações ainda estão longe dos mais de 8 metros alcançados pelo famoso rio em 1910. Conhecida como o alagamParisento do século, a catástrofe marcou a memória dos frances, com fotos que até hoje ilustram os livros de história.


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