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França

Após décadas, imagem da França melhora no mundo, destaca La Croix

media "França: a atração do ano", é a manchete de uma matéria publicada pelo jornal La Croix. Reprodução/La Croix

Dois jornais franceses desta quinta-feira (28) aproveitam as resoluções e retrospectivas de fim de ano para fazer uma avaliação da própria França e seus cidadãos. Enquanto Libération publica um raio-x das mudanças demográficas, La Croix analisa a melhora da imagem do país no mundo. "Os franceses podem festejar", comemora o diário.

"França: a atração do ano" é a manchete de uma matéria publicada pelo jornal La Croix. Depois de terem sido acusados durante décadas em todo o mundo de serem egocêntricos, xenófobos e anacrônicos, 2017 é o ano que ficará marcado na França pela melhora da imagem do país no mundo, avalia o diário.

Nada de imposições, jogo de poder e domínio, bem ao contrário. A França vem se destacando no mundo pelo "soft power" (leve poder, em português). Como, por exemplo, através da liderança da luta contra as mudanças climáticas, ressalta La Croix.

Enquanto o presidente americano Donald Trump faz marcha-ré sobre a questão, o chefe de Estado francês, Emmanuel Macron, abraça a causa. O vídeo "Make Our Planet Great Again" em que o presidente se diz pronto para acolher cientistas do mundo inteiro para fazer pesquisa sobre o aquecimento global na França, brincando com o slogan de campanha de Trump, "Make America Great Again", conquistou o planeta.

Além disso, lembra o jornal, a França também se torna um centro esportivo, acolhendo os Jogos Olímpicos de 2024 e a Copa do Mundo de Rúgbi em 2023. Na economia, não fica para trás. É o primeiro país europeu em quantidade de projetos de investimentos estrangeiros criadores de empregos na indústria. A França foi, inclusive, escolhida pelos ministros das Relações Exteriores europeus para ser a sede da Agência Bancária Europeia, que deve deixar Londres depois do Brexit. E é o quarto país mais popular e escolhido pelos estudantes estrangeiros.

66 milhões e 200 mil franceses

Um pouco menos ufanista, o jornal Libération destaca a evolução da população francesa, analisando dados divulgados recentemente pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Estudos Econômicos. Somando os franceses da Europa e os territórios ultramarinos, a população hoje é de 66,2 milhões de pessoas. O aumento de 1,7 milhão de pessoas em cinco anos no país é considerado equilibrado pelo diário.

Segundo Libération, "contrariamente à ideia defendida pelos discursos populistas", o aumento nada tem a ver como o novo fluxo imigratório, mas com um fato natural e dinâmico: o número de nascimentos na França é superior ao de mortes, graças a uma taxa de fecundidade das francesas de 1,96, a mais alta da União Europeia.

Para contrariar ainda mais as ideias contra a imigração propagadas pela extrema-direita, na grande região parisiense, o número de pessoas que se instalam é inferior às que partem. Ou seja, curiosamente, Paris registra hoje uma queda demográfica. Mas, em geral, a dinâmica da população é positiva, considera Libé.

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