Ouvir Baixar Podcast
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 16/08 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 16/08 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 16/08 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 15/08 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 15/08 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 15/08 15h00 GMT
  • 09h33 - 09h57 GMT
    Programa 12/08 09h33 GMT
  • 09h30 - 09h33 GMT
    Jornal 12/08 09h30 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
França

Autor de ataque em Marselha tinha sete identidades diferentes

media Polícia vigia entrada da estação de trem em Marselha depois do ataque de domingo BERTRAND LANGLOIS / AFP

O homem que matou duas mulheres com uma faca no último domingo (1) em Marselha, antes de ser abatido por militares franceses, não era fichado por terrorismo, mas tinha sete identidades diferentes.

A informação foi dada nesta segunda-feira (2) pelo procurador de Paris, François Moulin, durante uma coletiva de imprensa.

O ataque, que aconteceu por volta das 14h na estação Saint-Charles, foi reivindicado pelo grupo Estado Islâmico e deixou duas mulheres de 20 anos mortas. As duas eram primas e estudavam Medicina e Enfermagem.

Sentado em um banco, o autor do suposto atentado se levantou e gritou “Alá é grande” antes de esfaquear as duas vítimas e ser morto em seguida por militares presentes no local.

Na sexta-feira (30), em Lyon, o autor do ataque foi preso por furto e detido para interrogatório, deixando a delegacia no dia seguinte. Ele disse à polícia que era sem-teto, vivia em Lyon, era divorciado e consumia drogas pesadas. O homem tinha um passaporte tunisiano no nome de Ahmed H e vivia ilegalmente na França.

A polícia ainda investiga a autenticidade do documento, já que, desde 2005, o autor do ataque foi detido sete vezes, e em cada uma delas usava uma identidade diferente – todas desconhecidas da polícia antiterrorista.

Segundo o procurador francês, o caso está sendo considerado como um ataque terrorista, principalmente porque os militares da operação Sentinela, instalados na França depois dos atentados de novembro de 2015, estavam sendo visados pelo autor do ataque no momento da agressão.

O novo atentado acontece dois dias antes do voto na Assembleia Nacional de um polêmico projeto de lei contra o terrorismo, que visa incluir no Código Penal medidas adotadas em situações de emergência.

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.