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França

Dez anos da crise financeira internacional são destaque na imprensa francesa

media Capa dos jornais Le Figaro e Les Echos desta segunda-feira, 07 de agosto de 2017. Reprodução

As manchetes dos principais diários franceses desta segunda-feira (7) focam em questões econômicas. O jornal Le Figaro pergunta "Economia: é preciso ter medo da revalorização do euro?", lembrando que "a moeda europeia ganhou quase 10 centavos em relação ao dólar em três meses. Já Les Echos analisa os dez anos da grande crise financeira internacional.

Essa subida do euro fragiliza as economias menos competitivas, especialmente a da França", explica o jornal francês Le Figaro.

Para o diário, a revitalização da moeda europeia é "fruto do vigor econômico e de um risco político menor na Europa". "O euro foi valorizado nas últimas semanas, em relação a todas as grandes divisas do planeta", explica o diário. "Desde o início do ano, a moeda retomou 12,2% em relação ao dólar americano, influenciado pelas dificuldades da administração Trump. Será preciso temer um efeito negativo dessa revalorização sobre o crescimento econômico?", pergunta o Figaro.

"Se a subida do euro penaliza os exportadores europeus dentro do bloco, o impacto é diferente em cada país. A indústria francesa, mais sensível ao fator preço, será mais penalizada que a indústria alemã", estima o jornal francês.

Os dez anos da crise mundial

Já o diário econômico Les Echos traz a manchete: "Crise financeira, as lições, os perigos". "Dez anos depois de Lehman Brothers, as finanças continuam sob tensão", avalia o jornal, para quem os mercados financeiros "digeriram a falência retumbante do banco americano, mas continuam confrontados a enormes dívidas e riscos: endividamento massivo, desenvolvimentos de derviados etc".

O diário econômico, que traz também um perfil atualizado dos principais líderes mundiais e de instituições financeiras que dirigiam estados e bancos em 2007, quando começou a crise mundial, traz em editorial o título: "Finanças: a ilusão da segurança". "Como saber se as finanças não serão mais uma arma de destruição massiva? Como saber se a próxima crise financeira não levará a economia mundial de novo para dentro da tempestade?", pergunta Les Echos.

"Dez anos após a crise financeira mais grave do pós-guerra, a dúvida continua. No entanto", segundo o jornal, "progressos extraordinários foram feitos. Dez anos depois, os bancos dispõem de grandes reservas para absorver impactos, a regulamentação financeira nunca foi tão restritiva e as autoridades reguladoras nunca tiveram tanto poder. Na Europa, especificamente, a criação de uma união bancária e a correção de desequilíbrios da zona do euro reforçaram a segurança do setor", publica Les Echos.

"O resultado é que a economia é hoje melhor protegida das variações financeiras. A recente falência do sexto banco espanhol é a prova", analisa o jornal, que completa: "tendo passado quase desapercebida, a falência se resolveu com a venda do estabelecimento, uma operação concluída em uma noite!", finaliza Les Echos.

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