Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 20/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 20/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 20/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 20/09 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 20/09 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 20/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 19/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 19/09 15h06 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
França

Casos de corrupção complicam “transparência” do governo Macron

media Richard Ferrand, ministro da Coesão dos Territórios REUTERS/Benoit Tessier

O novo presidente francês, que fez da “moralização da vida pública” um dos pilares de sua campanha, enfrenta dois escândalos de corrupção envolvendo o ministro da Coesão Territorial, Richard Ferrand, e a ministra das Relações Europeias, Marielle de Sarnez.

Em duas semanas de governo, o presidente francês Emmanuel Macron, que fez da ruptura com o sistema de regalias da vida pública francesa um dos carros-chefe de sua campanha, deve gerenciar duas denúncias. A primeira envolve Ferrand, acusado de favorecer sua mulher. O fato foi denunciado pelo jornal Le Canard Enchaîné e ocorreu em 2010.

Na época, Ferrand dirigia uma seguradora, Mutuelles de Bretagne, que procurava um novo lugar para a instalação de uma clínica. Um imóvel aparece no mercado, prestes a ser leiloado. Ele é adquirido por uma empresa criada especialmente para a transação pela sua esposa, a advogada Sandrine Doucen, segundo a imprensa francesa.

Em seguida, a seguradora dirigida por Ferrand alugou o prédio de sua esposa, bancando a reforma. Em si, o negócio não é ilegal. Mas para o advogado do vendedor do prédio, que estava endividado, Ferrand enriqueceu usando o dinheiro da empresa para bancar a reforma do local.

Recursos do Parlamento europeu

Outra denúncia envolve a ministra das Relações Europeias, Marielle de Sarnez. Ela foi acusada por uma eurodeputada do partido de extrema-direita Frente Nacional, Sophie Montel de ter usado dinheiro do Parlamento para contratar um assistente pessoal.

A Promotoria francesa abriu um inquérito para apurar as suspeitas de emprego-fantasma, as mesmas que envolveram a própria candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, durante a campanha. Segundo Montel, 19 eurodeputados franceses, de direita e esquerda, empregaram indevidamente cerca de 30 assistentes. A ministra francesa negou as acusações e declarou nesta terça-feira (30) que prestará queixa contra Sophie Montel.
 

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.