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França

Emmanuel Macron toma posse e promete reconciliar os franceses

media O presidente Emmanuel Macron desfila em um veículo militar aberto na avenida Champs Elysées em direção ao Arco do Triunfo. REUTERS/Charles Platiau

O centrista Emmanuel Macron, 39 anos, tomou posse na manhã deste domingo (14) no Palácio do Eliseu, em Paris, tornando-se o 25° presidente da França e o mais jovem eleito no período republicano. Em seu discurso de posse, Macron disse que a liberação do mercado de trabalho, o apoio à atividade empresarial e à inovação estarão no centro de sua ação política nos próximos cinco anos.

Macron prometeu restaurar a confiança dos franceses, divididos pelo aumento das desigualdades como demonstrou a campanha presidencial e a votação expressiva nos extremos. Ele afirmou que os franceses o elegeram pela "esperança" que representa e seu "espírito de conquista". "Não cederei em nada em relação aos compromissos que assumi ante os franceses", destacou.

O centrista também prometeu trabalhar pela refundação da União Europeia, carente de eficiência, segundo ele. "Precisamos de uma Europa forte e renovada", afirmou. "Sei que os franceses esperam muito de mim, mas nada me fará renunciar aos interesses superiores da França e à reconciliação dos franceses", completou.

Cerimônia simples

Macron quis uma cerimônia de transmissão de cargo "simples" e "reservada". Ele foi empossado pelo presidente do Conselho Constitucional, o ex-primeiro-ministro Laurent Fabius, e condecorado com o colar de ouro de Grão Mestre da Legião de Honra.

Assistem à cerimônia no Eliseu um pequeno número de convidados, que inclui os filhos e netos da primeira-dama, Brigitte, franceses vencedores do prêmio Nobel, líderes sindicais, o presidente do Medef, a maior entidade empresarial do país, líderes religiosos, políticos e a jovem equipe de campanha do centrista, que deve se instalar no Palácio do Eliseu para assessorar o novo presidente.

Despedida em clima amistoso

Mais cedo, Macron e o socialista François Hollande se reuniram a portas fechadas durante pouco mais de uma hora, bem mais do que o previsto pelo cerimonial. Eles trocaram informações sigilosas, entre elas a senha de lançamento da bomba nuclear.

Emmanuel Macron acompanha François Hollande até a porta do carro no qual o socialista deixou o Palácio do Eliseu. REUTERS/Yoan Valat/Pool

Ao final do encontro reservado, Macron e Brigitte, bastante sorridentes, acompanharam Hollande até a saída do palácio. O socialista foi intensamente aplaudido e aclamado pelos funcionários do Eliseu.

Brigitte e Emmanuel Macron aguardam a saída do carro que leva embora o socialista François Hollande do Palácio do Eliseu. REUTERS/Patrick Kovarik/Pool

Hollande se dirigiu para a sede do Partido Socialista, onde recebe uma homenagem. Já no local, ele afirmou que entrega a Macron um país em "bem melhor estado" do que recebeu ao final do mandato de Nicolas Sarkozy, em 2012.

As cerimônias no Eliseu continuaram com uma saudação de Macron à Guarda Republicana e 21 tiros de canhão disparados, simultaneamente, na esplanada dos Inválidos. Em seguida, Macron desfilou em um veículo militar aberto pela avenida Champs Elysées até o Arco do Triunfo, onde tradicionalmente o recém-empossado acende a flama em homenagem ao soldado desconhecido.

Durante longos minutos, ele cumprimentou os presentes e o público que foi ao local, apesar das rígidas medidas de segurança. Um coquetel para um seleto grupo de convidados no Eliseu encerra as comemorações da manhã.

À tarde, Macron fará um novo discurso na sede da prefeitura de Paris, com transmissão ao vivo nos telões instalados na esplanada do governo municipal. Amanhã, ele irá anunciar o nome de seu primeiro-ministro e na terça-feira será divulgada a lista de ministros e assessores palacianos.

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