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Angelina Peralva: Discriminação positiva proposta por Macron não é novidade

Angelina Peralva: Discriminação positiva proposta por Macron não é novidade
 
A socióloga Angelina Peralva é especializada em temas ligados à violência. Arquivo Pessoal

 Após a eleição de Emmanuel Macron, muita gente tem se perguntado como será exatamente o mandato do novo presidente. Se seu programa econômico e sua devoção pelos valores europeus são conhecidos, pouco se sabe sobre suas ambições no âmbito social. RFI convidou a socióloga Angelina Peralva, professora e pesquisadora na universidade de Toulouse, que fala sobre a ausência na campanha de temas ligados à precariedade da população e a promessa de discriminação positiva anunciada pelo então candidato.

 Eleito para dirigir a França durante os próximos cinco anos, o ex-ministro da Economia, que diz não ser de direita nem de esquerda, promete ser um presidente diferente, trabalhando em conjunto com atores da sociedade civil. Porém, alguns temas sociais ficaram fora de sua campanha, como a questão da violência e da precariedade nas periferias francesas.

Uma das poucas soluções apresentadas por Macron é promover "uma política clara de discriminação positiva". Mas para Angelina Peralva, essa iniciativa não é nova, e já vem sendo adotada pelo menos desde a primeira eleição de François Mitterrand (1981). “A França implementou políticas de discriminação positiva indiretamente por meio de um tratamento diferenciado – seja quais tenham sido os resultados, que não foram os melhores – nas zonas de educação prioritárias, e com tratamento social do desemprego nas periferias urbanas”, ressalta a socióloga.

“Eu não acredito que ele possa ir muito além do que essas políticas que não são novas”, comenta a especialista. “Só se for de maneira indireta, por exemplo com o programa educacional e a redução do número de alunos por classe”, pondera a socióloga.

Ouça a entrevista completa clicando na foto acima.


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