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"Brasil acompanhou ameaça do populismo na eleição francesa", diz historiador

 
O historiador Laurent Vidal. Arquivo Pessoal

As eleições francesas tiveram bastante repercussão no Brasil, segundo o historiador francês Laurent Vidal, da Universidade de La Rochelle, no oeste da França, e professor convidado da Universidade Federal do Rio de Janeiro.

O Brasil acompanhou com interesse o avanço do "populismo, da extrema-direita e o medo que isso gerou diante da ameaça de desconstrução da União Europeia", relata Vidal.  "A eleição de Marine Le Pen era vista no Brasil como o fim de um processo de mais de 50 anos de formação do bloco europeu, hoje bastante fragilizado, tanto pelas ondas migratórias sem fim e o terrorismo”, conta.

A respeito de comparações entre Macron e políticos brasileiros, como João Dória, prefeito de São Paulo, Vidal põe limites: “A vitória de Dória era totalmente inesperada, mas ele se candidatou dentro da estrutura partidária do PSDB. E nenhum dos caciques do PSDB o apoiava, mas ele conseguiu passar por essa oposição e se eleger, vindo da sociedade civil. Mas Macron nunca pertenceu a um partido. Acompanhou um pouco o Partido Socialista quando esteve no governo [como ministro da Economia] e antes disso foi secretário-adjunto da presidência da República. Ele resolveu se aventurar com uma candidatura sem partido, e para isso criou o movimento En Marche (Em Marcha).”

Para ouvir a entrevista completa de Laurent Vidal, clique na foto acima:

 


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