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França

Mélenchon pede que oposição se una contra Macron, "o novo monarca presidencial"

media Jean-Luc Mélenchon já se posiciona como oposição após vitória de Emmanuel Macron REUTERS/Stephane Mahe

 Poucos minutos após a divulgação dos primeiros resultados da eleição presidencial francesa, que confirmaram a vitória de Emmanuel Macron, o líder da esquerda radical, Jean-Luc Mélenchon, lançou um apelo para que seus eleitores se mobilizem contra o novo chefe de Estado durante as próximas eleições legislativas.

Mélenchon, que chegou em quarto lugar no primeiro turno da eleição presidencial, não esperou muito tempo para mobilizar a oposição. O líder da esquerda radical não poupou críticas e disse que “o programa do novo monarca presidencial é bem conhecido: trata-se da guerra contra as conquistas sociais do país e a irresponsabilidade ecológica”.

“Convoco as 7 milhões de pessoas que se uniram em torno do meu programa e da minha candidatura que se mobilizem e que continuem unidas”, disse Mélenchon, que obteve 19,58% dos votos no primeiro turno da eleição presidencial. O líder da esquerda radical foi um dos únicos derrotados que se negou a pedir votos para ajudar Macron a vencer Marine Le Pen. Com a vitória do centrista, ele se posiciona oficialmente como oposição e espera que seus eleitores rejeitem a maioria parlamentar que tentará ser formada pelo novo presidente durante as eleições legislativas de 11 e 18 de junho.

A equipe de campanha de Mélenchon também minimizou a vitória de Macron, lembrando que a abstenção, que atingiu cerca de um quarto dos eleitores, explodiu. “Os votos brancos e nulos nunca foram tão numerosos. Esse poder é frágil”, declarou Charlotte Girard, uma das responsáveis da equipe da esquerda radical.

Apesar das críticas, Mélenchon fez um apelo ao novo presidente francês. Durante o breve discurso, ele pediu que Macron não se esqueça “dos pobres, dos sem-teto e dos desempregados”.

 

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