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França

Consultada, pequena faixa de eleitores de Mélenchon vai votar branco ou nulo

media Jean-Luc Mélenchon decidiu não dar orientação de voto a mais de 7 milhões de eleitores que votaram para ele . REUTERS/Stephane Mahe

Branco, nulo ou abstenção, ao invés do centrista Emmanuel Macron. Este foi o resultado de uma pesquisa respondida por 243.000 militantes do partido A França Insubmissa, da esquerda radical, liderado por Jean-Luc Mélenchon. O número correspondente a menos de 4% dos eleitores que votaram para o candidato radical.

 

Com mais de 7 milhões de votos no primeiro turno, equivalentes a 19,3% dos votos, o líder da esquerda radical Jean-Luc Mélenchon não deu diretriz de voto para os seus eleitores. Ele foi criticado por não orientar seus partidários a votarem contra a extrema-direita de Marine Le Pen.

Estima-se que parte do eleitorado da esquerda radical pode se voltar para Marine Le Pen no segundo turno.

Para dar, então, uma referência aos militantes, o partido realizou uma consulta com 430.000 membros da formação, para expressarem sua direção no segundo turno. Desse total, 243.000, ou seja, menos de 4%, responderam. O resultado sobre esta pequena faixa apontou que 2/3 votarão em branco, nulo ou optarão pela abstenção; em outras palavras, estes 2/3 não votarão para Emmanuel Macron.

Macron, sem concessões a Mélenchon

No domingo (30), Jean-Luc Mélenchon pediu a Macron "um gesto favorável" para seus eleitores o apoiarem, sugerindo a retirada de seu projeto de reforma do direito do trabalho, proposta recusada por Macron. "Não vou mudar meu projeto para convencer eleitores que não votaram para mim no primeiro turno", respondeu o centrista, prometendo, porém, considerar as classes mais afetadas pelo desemprego e problemas sociais na hora de fazer a reforma, quando for eleito.

A última pesquisa realizada na França indica que Emmanuel Macron pode vencer Marine Le Pen com 59% de votos, uma margem bem apertada. O jovem candidato continua em busca de votos e vem obtendo apoios simbólicos como o do ex-ministro grego da esquerda radical, Yanis Varoufakis, e da ex-ministra da Justiça francesa, Christiane Taubira, tendo recebido manifestações de simpatia até mesmo de atores e atrizes de Hollywood.

 

 

 

 

 

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