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França

Um policial morre e dois ficam feridos em tiroteio na avenida Champs-Elysées, em Paris

media Avenida Champs Elysées, em Paris, local do ataque Reuters

Um policial morreu e dois ficaram gravemente feridos em tiroteio na avenida Champs-Elysées, em Paris, nesta quinta-feira (20) por volta das 21h locais (16h de Brasília). Uma turista ficou levemente ferida no joelho.

O criminoso foi morto, segundo o Ministério do Interior, e ele teria uma "ficha S" (registro de pessoas investigadas por terrorismo). Há suspeita de que haja um cúmplice foragido. O grupo Estado Islâmico reivindicou o ataque.

"O agressor parou seu carro, desceu e abriu fogo contra uma viatura da polícia com uma arma automática matando o policial", disse o porta-voz do Ministério do Interior. "Depois ele correu pela calçada e feriu os outros dois agentes, antes de ser morto."

A avenida, um das mais famosas do mundo, foi bloqueada pela polícia. A secretaria de Segurança pediu que as pessoas evitem o local. As estações de metrô George V, Roosevelt e Champs-Elysées Clémenceau (linha 1) foram fechadas, e um helicóptero da polícia sobrevoa o local.

A seção anti-terrorista da Justiça francesa investiga o caso. O presidente François Hollande, o primeiro-ministro, Bernard Cazeneuve, e o ministro do Interior, Matthias Fekl, se reúnem no Palácio do Eliseu, sede do governo francês, que fica nas proximidades do local do ataque.

Choukri Chouanine, gerente de um restaurante na rua de Ponthieu, nas proximidades, disse que escutou um "tiroteio curto", mas com "muitos tiros". "Levamos nossos clientes para o subsolo."

Segundo a polícia, não se sabe ainda o motivo do ataque, mas a suspeita é de um atentado, a três dias do primeiro turno da eleição presidencial francesa. Os candidatos se encontravam no momento no canal France 2 para a última participação na TV antes da votação deste domingo (23).

Atentado desmantelado

Na última terça-feira, a polícia desmantelou um atentado planejado contra os candidatos. Dois homens de 23 e 29 anos foram presos nesta terça-feira (18) em Marselha.

Os dois homens, ambos radicalizados, foram detidos durante uma investigação do serviço secreto, em Paris, sobre redes terroristas implantadas na capital.

De acordo com o ministro do Interior, Matthias Fekl, a dupla, que tinha passagem pela polícia, tinha nacionalidade francesa e uma “clara intenção de cometer atentados a curto prazo em território francês”. No apartamento deles, alugado perto da estação de trem da cidade, foram encontrados explosivos, armas de fogo e uma bandeira do Estado Islâmico.

Na semana passada, a segurança de François Fillon foi avisada sobre os riscos relativos ao ex-primeiro-ministro, envolvendo principalmente o comício do candidato na última segunda-feira.

O Ministério do Interior também já havia reforçado o contingente de policiais em Montpellier, no sul da França, onde o candidato realizou um comício na sexta-feira (14).

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