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França

Ativistas protestam contra projeto da Total no rio Amazonas

media Em protesto contra projetos de petróleo da Total no Brasil, o grupo ambientalista Greenpeace ocuparam a sede do grupo em La Defense,centro financeiro da cidade de Paris. @greenpeace

Os ativistas do Greenpeace despejaram nesta segunda-feira (27) cerca de 3 mil litros de melaço em frente à sede da empresa petrolífera francesa Total, em La Défense, bairro empresarial da região parisiense. O ato foi um protesto a um projeto de exploração de petróleo na foz do rio Amazonas.

O melaço, uma mistura de chocolate, mel e óleo, foi jogado em cerca de 400 metros quadrados. Durante o protesto, os cerca de 15 ativistas também seguraram bandeiras com os dizeres “Total ameaça o recife do Amazonas”. De acordo com um dos militantes, a ação simbólica simula um vazamento de petróleo, mas no território do “invasor”, no caso a França.

De acordo com o Greenpeace, a foz do rio Amazonas é uma região única no mundo, com sua própria biodiversidade, microclima e geografia. Um vazamento teria “consequências irreversíveis”, alertam os ativistas.

Pouco depois de ato, cerca de vinte policiais chegaram ao local, mas não houve tumulto. O projeto de exploração da Total está previsto para começar em 2017, depois da empresa obter as licenças ambientais do governo brasileiro.

Segundo a organização, o projeto ameaça o recife de corais descoberto em 2016 na costa norte do Brasil, onde o rio Amazonas desemboca no oceano Atlântico.

Interrupção do projeto

A organização pede que a Total abandone completamente o projeto, e denuncia “uma busca incessante por novos poços de petróleo” no Brasil, onde a empresa negociou uma parceira com a Petrobras de cerca de US$ 2,2 bilhões.

O Greenpeace convocou uma manifestação na praia de Copacabana, no Rio de Janeiro, para esta quarta-feira, em defesa dos corais da Amazônia.

 

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