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França

Gripe aviária leva ao abate de 1 milhão de gansos e patos na França

media Criadouro de patos em Benesse-Maremne, no sudoeste da França IROZ GAIZKA / AFP

Uma campanha do governo francês contra o vírus da gripe aviária vai custar a vida de 1 milhão de gansos, patos e galinhas em 150 municípios do sudoeste do país. Os produtores, em choque, definiram as medidas como "uma catástrofe". O abate começou nesta quinta-feira (5)

Em Auch, no departamento de Gers, dezenas de criadores e de caçadores protestaram para denunciar a "morte do setor". "É um golpe duro", disse Jean-Michel Duffau, diretor de uma cooperativa do município de Riguepeu, na mesma região, que vai ter que demitir uma parte dos seus 60 empregados. "O grande problema é que não sabemos quando poderemos recomeçar os criadouros."

Os casos de gripe aviária não param de aumentar. No último mês, 95 foram confirmados nos criadouros e 5 na fauna selvagem.

Vírus se propaga rapidamente

O vírus H5N8, que se propaga rapidamente desde o fim de novembro na França, é considerado "altamente patogênico". "Ele é claramente mais mortal que o H5N1 do final de 2015", diz Jean-Luc Guérin, professor da Escola Veterinária Nacional de Toulouse e pesquisasor do Inra (Instituto Nacional de Pesquisa Agronômica, na sigla em francês).

Diante da amplitude da crise, o Ministério da Agricultura decretou o sacrifício maciço de patos e de gansos na esperança de conter a epidemia. Mais de 300 mil patos já foram abatidos nas zonas infectadas.

A nova zona de abate preventivo compreende 1 milhão de aves criadas ao ar livre, incluindo patos e gansos prontos para ser alimentadas à força, para a fabricação do foie gras. Essa iguaria da culinária francesa, denunciada por grupos em defesa dos animais, é feita do fígado do animal, forçosamente alimentado à exaustão, provocando a hipertrofia do órgão.

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