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França

Justiça francesa quer determinar trajeto da fuga do suspeito do ataque em Berlim

media Cena do atentado no dia 19 de dezembro na Feira de Natal de Berlim REUTERS/Hannibal Hanschke

O Procurador da República de Paris, François Moulins, determinou a abertura de um inquérito para estabelecer o trajeto da fuga do tunisiano Anis Amri, principal suspeito do atentado de Berlim, nesta segunda-feira (19). Ele foi morto pela polícia nesta sexta-feira (23) em Milão.  

O ministro do Interior, Bruno le Roux, pediu “prudência” a respeito das informações sobre a passagem do tunisiano pela França, antes de chegar à Itália. O governo francês foi alvo de diversas críticas da oposição por conta das falhas de segurança nas fronteiras do espaço Schegen.

Le Roux garantiu que houve um reforço nas ligações rodoviárias e ferroviárias na noite do atentado em Berlim, na segunda-feira à noite, nas fronteiras com a Alemanha, Suíça e Luxemburgo. Segundo ele, 17 projetos de atentado foram desmantelados na França.

Anis Amri, o tunisiano de 24 anos, é o principal suspeito do ataque com um caminhão a uma feira de Natal em Berlim, que deixou 12 mortos e 48 feridos e mergulhou o país no luto. Amri aparece em um vídeo jurando fidelidade ao grupo Estado Islâmico, que também reivindicou o atentado.

Tunisiano foi morto por acaso

O suspeito tunisiano foi morto pela polícia italiana por acaso, durante uma batida em Milão. Ele sacou uma arma, antes de ser morto pelos agentes. Uma passagem de trem foi encontrada pela polícia em seus pertences, mostrando que ele passou pela França e depois pegou um trem de subúrbio para chegar à periferia de Milão.

A rádio francesa Europe 1 afirma que, antes de chegar a Milão, ele teria viajado até Lyon, e de lá embarcado em um trem em direção à Chambery, na Savóia. Na cidade, ele teria comprado uma passagem para Torino. De lá, foi para Sesto San Giovani, na periferia de Milão. A polícia tentar agora encontrar os cúmplices de Amri. Mas nas imagens registradas pelas câmeras de segurança ele aparece sozinho e não usa o telefone.

Em entrevista ao “Jornal do Domingo”, o diretor-geral da polícia nacional francesa, Jean-Marc Falcone, afirma que Anis Amri não era fichado no país. De acordo com ele, conexões entre jihadistas na França e na Alemanha são possíveis, mas ainda precisam ser confirmadas.
 

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