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França

Grupo EI comandava mulheres acusadas de planejar atentado na França, diz procurador

media Operação policial nos arredores de Paris após descoberta de carro com bujões de gás. REUTERS/Christian Hartmann

O grupo de mulheres preso na quinta-feira (8) na França, suspeito de planejar um atentado, teria vínculo com outros ataques anteriores no país, dirigidos contra um padre e dois policiais, e seriam "guiadas" por extremistas do grupo Estado Islâmico da Síria, declarou nesta sexta-feira (9) o procurador de Paris, François Molins.

Uma das três mulheres presa nos arredores da capital francesa, Sarah H., de 23 anos, era namorada do extremista que degolou dois policiais em junho, em Magnanville, próximo de Paris, e depois, do autor do ataque contra um padre em uma igreja do noroeste da França em julho, explicou Molins.

Mohammed Lamine A., um homem de 22 anos, também preso na quinta-feira, é o "irmão" de uma pessoa formalmente acusada e presa no auge da investigação do atentado de Magnanville.

"A organização terrorista utiliza não só homens, mas também mulheres, mulheres jovens, que conhecem e desenvolvem seu projeto de maneira virtual", declarou Molins durante uma coletiva de imprensa, onde informou sobre a investigação aberta a descoberta, no último domingo, de um carro carregado com bujões de gás em pleno centro de Paris.

Segundo as autoridades francesas, mais de um terço dos 700 cidadãos franceses que alcançaram as zonas de guerra no Iraque e na Síria são mulheres.

França continua em alerta

A França permanece em alerta após uma série de atentados em 2015 e 2016. Os mais recentes aconteceram em Nice, onde um caminhão atropelou e matou 86 pessoas em 14 de julho, e na região de Rouen (noroeste), onde um padre de 85 anos foi degolado durante uma missa.

O serviço de inteligência teme que, depois do uso de metralhadores, coletes com explosivos e facas, o próximo ataque aconteça com artefatos explosivos em locais de grande fluxo de pessoas.

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