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França

França lança campanha nacional de combate à discriminação de gênero

media A atriz Julie Gayet, madrinha da campanha, é a companheira discreta do presidente François Hollande.

Uma campanha nacional de combate ao sexismo e à discriminação de gênero contra a mulher, lançada nesta quinta-feira (8) na França, está entre as principais manchetes da imprensa francesa.

O jornal Le Parisien publica em sua capa a imagem do "botton" (broche) da campanha, com o slogan "Sexismo não é do nosso gênero", que começa a ser distribuído a partir de hoje pelo Ministério dos Direitos das Mulheres e associações que apoiam a iniciativa.

O jornal Le Figaro explica que a campanha, com spots estrelados por Julie Gayet, a atriz que é companheira do presidente François Hollande, será veiculada em rádios, na televisão e nas redes sociais durante seis meses, até o dia 8 de março de 2017, data em que é celebrado o dia internacional da mulher.

A imprensa destaca que a campanha vai combater o sexismo no cotidiano, os comentários machistas e o assédio de meninas e mulheres nas escolas, nas ruas e no mundo profissional, além de focar problemas graves, como a violência, o direito ao aborto e as diferenças salarais injustificáveis. O salário de um homem na França ainda é 19% mais alto do que o de uma mulher, lembra Le Parisien.

Um grupo de sessenta artistas, intelectuais e cientistas atuarão como porta-vozes da campanha. Essas personalidades, como o geneticista Axel Kahn e o ator François Cluzet, por exemplo, participarão de debates públicos e na internet, mostrando que a discriminação de gênero é traiçoeira e essa mentalidade ultrapassada deve mudar.

Em seu editorial, Le Parisien diz que o sexismo só vai acabar, se os homens também se envolverem e assumirem esse combate ao lado das mulheres.

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