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"Guerra não é religiosa, é ideológica", diz antropóloga Marion Aubrée

 
Religiões se unem contra a barbárie: representantes franceses de diversas religiões foram recebidos no dia 27 de julho no Palácio do Eliseu pelo presidente François Hollande. REUTERS/Benoit Tessier

O RFI Convida recebe a antropóloga Marion Aubrée, especialista em religiões da América Latina pela Escola de Altos Estudos em Ciências Sociais de Paris.

A semana que passou marcou a França com o assassinato do padre Jacques Hamel, que morreu degolado por dois jihadistas em sua paróquia de Saint-Etienne-du-Rouvray, na Normandia, no norte da França. Uma cerimônia fúnebre foi organizada nesta terça-feira (2) na catedral de Rouen, cidade a apenas oito quilômetros do local do ataque terrorista.

A França, país de Voltaire e dos filósofos iluministas, pioneiros na defesa do Estado laico, assiste, não sem certo espanto, ao retorno das identidades religiosas à pauta da agenda nacional. Para conversar sobre o assunto, o RFI Convida trouxe a antropóloga Marion Aubrée. Segundo ela, "a guerra não é política, é ideológica e contra os valores democráticos da cidadania".

"Os muçulmanos que se mobilizaram de forma ecumênica nesta semana perceberam muito bem que se trata de proteger a capacidade de viver juntos, respeitando as diferenças", afirmou a antropóloga. "Daesh (o grupo Estado Islâmico) está utilizando a pobreza e os problemas sociais que se desenvolveram na França nos últimos 20 anos, sobretudo dentro da comunidade muçulmana".

"O conceito de Estado laico não significa rejeitar todas as religiões, mas considerá-las uma escolha de ordem pessoal, esta é a base do princípio de laicidade", finalizou Aubrée.
 


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