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França

Oito meses após atentados, desfile do 14 de Julho tem segurança reforçada

media Oito aeronaves Alphajet emanaram fumaça com as cores da bandeira da França: azul, branco e vermelho, durante o desfile do 14 de Julho. REUTERS/Benoit Tessier

O tradicional desfile do 14 de Julho, a festa nacional da França, aconteceu sob um forte dispositivo de segurança, oito meses após os atentados de 13 de novembro em Paris. O evento também fez um apelo ao engajamento militar dos jovens franceses.

Com cerca de 11.500 policiais e soldados nas ruas, devido à ameaça de atentados, o tradicional desfile militar de 14 de julho atraiu milhares de pessoas para a famosa avenida Champs Elysées, no centro de Paris. A multidão começou a chegar cedo, principalmente turistas e muitas famílias com crianças. 

Para chegar às arquibancadas montadas ao longo da avenida Champs-Elysées, era preciso passar pelo forte esquema de segurança. As lixeiras próximas ao local do desfile foram bloqueadas, garrafas de água e guarda-chuvas foram proibidos. Mas a revista policial e os detectores de metais não desencorajaram os franceses. O público apreciou a distribuição de bandeiras do país por soldados.

Último 14 de Julho de Hollande

Além do presidente François Hollande e todo o governo francês, o secretário de Estado norte-americano, John Kerry, e o primeiro-ministro neozelandês, John Key, participaram da cerimônia. O evento também ficou marcado como o último do mandato de Hollande.

Sob um céu cinza, o presidente francês fez a tradicional revista de tropas no Arco do Triunfo, às 10h locais (5h pelo horário de Brasília), em companhia do chefe do Exército, o general Pierre de Villiers. Em seguida, Hollande desceu a avenida Champs-Elysées, de carro, até a praça da Concorde, onde foi acolhido pelo primeiro-ministro Manuel Valls, e o ministro da Defesa, Jean-Yves Le Drian. Depois, o chefe de Estado assistiu ao desfile na tribuna oficial.

Homenagem à Austrália e Nova Zelândia

Mais de 3.200 homens e mulheres militares participaram da marcha, que contou também com 55 aviões, 30 helicópteros, 212 veículos, 236 cavalos e 36 cachorros. Australianos e neozelandeses foram os convidados de honra este ano.

Em um momento-chave do desfile, seis guerreiros maoris da Nova Zelândia desfilaram em trajes tradicionais e exibindo lanças, com o torso nu e os pés descalços, apesar dos 15°C graus na capital francesa.

O evento homenageou todas as formas de atividade de defesa do país, militares, civis, serviços secretos e reservistas e fez um apelo por um maior engajamento militar dos jovens franceses. Novos recrutas foram homenageados e jovens marinheiros, paraquedistas, soldados e alunos da Aeronáutica desceram, sob aplausos, os 1.200 metros da avenida Champs Elysées.

Outro momento muito aguardado foi o desfile aéreo. Oito aeronaves Alphajet da patrulha francesa emanaram fumaça com as cores da França: azul, branco e vermelho.

O evento também teve novidades. Pela primeira vez, a administração penitenciária participou do desfile.

No ato final da cerimônia, a Marselhesa, o hino nacional da França, foi interpretada por 460 estudantes.

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