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“O Teatro de Marionetes não tem fronteiras”, diz Paulo Duarte

“O Teatro de Marionetes não tem fronteiras”, diz Paulo Duarte
 
Paulo Duarte, marionetista português espetáculo "La Vie des Formes"- Avignon RFI

Marionetista e artista plástico português, Paulo Duarte reside na França há 20 anos, onde trabalha com diversas companhias de teatro. Foi ele que concebeu a impressionante marionete do espetáculo “La Vie des Formes” que estreou nesta quinta-feira (7) no Festival de Avignon.

Cada vez mais o Teatro de Marionetes abandona a etiqueta de espetáculo destinado ao público infanto-juvenil e ingressa com força na dramaturgia contemporânea, se misturando a outras disciplinas, como as artes plásticas e a dança.

Essa é, aliás, a proposta do trabalho do português Paulo Duarte, que cursou Belas Artes no Porto, sua terra natal, antes de descobrir a marionete na cidade francesa de Charleville-Mézière, considerada a referência mundial do gênero. Além de uma Bienal Internacional do Teatro de Marionetes, a cidade possui a Escola Superior Nacional das Artes da Marionete, onde o artista fez um doutorado.

Para o Festival de Avignon, Paulo concebeu a marionete que é o personagem central do espetáculo dirigido e interpretado por Renaud Herbin e Célia Houdart.

Nessa entrevista ao RFI Convida, ele fala sobre seu trabalho pluridisciplinar e sobre a concepção da marionete de dimensão humana que “contracena” com o ator de maneira intensa e poética.

La Vie des Formes” fica em cartaz no Festival de Avignon até o dia 14 de julho. 

 

La Vie des formes © Benoît Schupp Festival d'Avignon


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