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França

França inicia comemorações dos 100 anos da batalha de Verdun

media

A França lembra neste domingo (21) os 100 anos da batalha de Verdun, na cidade de Verdun sur Meuse, ocorrida na Primeira Guerra Mundial. As comemorações na cidade começaram na madrugada de hoje, com tiros de canhão, uma missa, discursos de personalidades locais e vão continuar no resto do ano.

A batalha de Verdun, iniciada em 21 de fevereiro de 1916, terminou no dia 18 de dezembro do mesmo ano e deixou cerca de 300 mil mortos e mais de meio milhão de feridos. É simbólica não só pela sua duração, mas também por ter colocado frente a frente pela primeira vez por terra, durante a Primeira Guerra Mundial, as tropas francesas e alemãs.

As celebrações começaram na madrugada deste domingo, com uma caminhada pelo chamado “Bois de Caures”, um trajeto enlameado onde tudo começou. Diversos voluntários franceses e alemães lembraram a data vestindo roupas da época. Eles foram acompanhados por mais de 300 pessoas. Logo depois da caminhada, uma missa deverá ser celebrada no ossuário de Douaumont, onde estão enterrados os restos mortais de mais de 130 mil homens que pereceram durante a batalha.

Tenente pressentiu violência dos combates

Um participante também leu as cartas escritas na época pelo deputado e tenente Emile Driant, que comandou os dois regimentos de batedores no dia 21 de fevereiro, e é considerado um dos primeiros heróis franceses da batalha. Cartas premonitórias, onde o tenente escreve que muitos dos soldados que estão com ele "não estarão mais presentes nos próximos dias."

“É importante estar aqui para honrar aqueles que perderam a vida. Mas também confirmar a amizade franco-alemã em um momento em que os nacionalismos estão exacerbados”, disse o secretário de Estado francês pela Memória dos antigos combatentes Jean-Marc Todeschini.

4000 jovens acompanham presidente francês e chanceler

No dia 29 de maio, o presidente francês François Hollande e a chanceler Angela Merkel participam de uma homenagem oficial no ossuário, acompanhados de 4 mil jovens franceses e alemães. O objetivo é divulgar uma mensagem de paz, 32 anos depois do gesto histórico de François Miterrand e Helmut Kohl, que se recolheram no ossuário de Douaumont.
 

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