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Revista francesa destaca o fracasso da luta contra o terrorismo

Revista francesa destaca o fracasso da luta contra o terrorismo
 
Capa da revista l’Express com o título: um ano de fracasso da luta contra o terrorismo. express.fr

A revista francesa L’Express desta semana dedica sua reportagem de capa à má gestão da luta contra o terrorismo no país.

O governo francês, diz o texto, foi incompetente na adoção de políticas para reforçar a luta contra o extremismo, depois do atentado contra o jornal Charlie Hebdo em 7 de janeiro e à mercearia judaica em Porte Vincennes, no leste da capital.

Em uma reportagem de sete páginas, o L’Express traça uma cronologia das medidas que o governo francês se propôs a adotar após os ataques de janeiro de 2015, sem sucesso, ou com muito atraso. “O ataque contra o Bataclã poderia ter sido evitado?”, questiona o texto, acusando as autoridades francesas de subestimarem o perigo. “A luta contra a radicalização islâmica foi “ingênua”, diz o texto.

Segundo a revista, o primeiro erro do governo francês foi o de minimizar o risco de um novo atentado. Os meios prometidos à polícia e às forças armadas foram insuficientes. Um dos exemplos dados pelo L’Express envolve a luta contra a propaganda jihadista. Enquanto os extremistas publicam diariamente 40 mil tweets, a França se contentou em contratar 10 profissionais, e abriu uma conta no Facebook e no Twitter apenas em dezembro de 2015, ligado ao site Stop-djihadisme.gouv.fr.

As duas contas, ressalta o L’Express, têm apenas 5300 assinantes, e publicou um pouco mais de 190 mensagens. A título de comparação, existem 2600 sites pró-Daech. Outro exemplo dado pelo L’Express é a criação de uma estrutura para ajudar jovens aliciados pelo grupo Estado Islâmico, que ainda ainda não tenham se radicalizado totalmente.

Centros devem abrir as portas na Primavera

Nove meses depois dos atentados contra o Charlie Hebdo, o centro ainda não havia sido inaugurado. Logo após os ataques de 13 de novembro, o premiê Manuel Valls voltou a pedir a abertura de dois centros: um para voluntários recém-aliciados, e outros para jihadistas com passagem pela polícia. No fim, os primeiros pensionistas só serão recebidos entre março e maio deste ano.

A verdade, escreve o L’Express, é que o governo demorou a reagir, a equipar a polícia, e a disponibilizar os meios para evitar novas tragédias Prova disso, infelizmente, são os atentados do 13 de novembro, conclui o jornal.

Na Jordânia, jovens de classe média se "alistam" no grupo Estado Islâmico

A revista L’Obs desta semana também investe no tema jihadismo. Ela destaca os jovens da Jordânia diplomados, mas desempregados, que se deixam seduzir pelo grupo Estado Islâmico. A Jordânia é o terceiro país com mais combatentes no exército extremista. O texto traz um perfil do jovem Mohamed Dalaeen, estudante e filho do deputado Maen Dalaeen. Ele foi para a Síria onde se uniu ao Estado islâmico, morrendo como kamikaze no iraque em outubro de 2015.

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