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França

Medo de atentados afeta reservas em restaurantes para virada em Paris

media As festividades foram mantidas no Champs-Elysées, mas os restaurantes e hotéis nos arredores da avenida registraram queda nas reservas. REUTERS/Charles Platiau

Apesar do forte esquema de segurança implementado pelas autoridades francesas para as celebrações da virada do ano, a sombra dos atentados terroristas ainda paira sobre capital. As reservas para os tradicionais jantares de Réveillon despencaram nos restaurantes de Paris e as ceias nos hotéis da cidade também registraram uma baixa inédita.

Desde os atentados que mataram 130 pessoas e deixaram mais de 350 feridos em novembro, os setores ligados ao turismo em Paris têm sofrido um impacto negativo. Aeroportos, hotéis, lojas de departamento e até os barcos que fazem passeios pelo rio Sena registraram uma queda de frequentação e o fenômeno continua nesse 31 de dezembro.

Segundo as estatísticas reveladas às vésperas do Réveillon, as reservas caíram praticamente pela metade. “Já havíamos notado a queda na véspera de Natal, e isso se repete na última noite do ano, com uma baixa entre 40% e 50%”, explica Alain Fontaine, do Sindicato de hotelaria, restaurantes e cafés (Synhorcat, na sigla em francês).

De acordo com Fontaine, a tradicional clientela estrangeira é a principal ausente dessa virada nos restaurantes da capital. Após os atenVários turistas norte-americanos e japoneses anularam suas férias de fim de ano e, com elas, as reservas para o jantar do Réveillon.

Quartos vazios nos hotéis de luxo parisienses

Outro termômetro desse fenômeno vem dos hotéis de luxo de Paris. O Plaza Athénée, na avenue Montaigne, registra uma taxa de ocupação de apenas 65%. “Essa é a primeira vez em 15 anos que não estaremos lotados em uma noite de 31 de dezembro”, constata o diretor do estabelecimento, François Delahaye. Já os restaurantes de alguns grandes hotéis chegaram a constatar uma queda de 50% em suas reservas.

Os cabarés e jantares acompanhados de espetáculos também estarão mais vazios nesse Réveillon. O famoso Moulin Rouge perdeu 30% de seus clientes desde os atentados e prevê uma baixa de 20% nas festas de final de ano.

(Com informações da AFP)

 

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