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França

França identifica terceiro homem-bomba do Bataclan

media Homenagem às vítimas dos atentados em frente ao Bataclan.

Quase um mês após os atentados de Paris de 13 de novembro, a polícia francesa finalmente identificou o terceiro e último homem-bomba que atacou a casa de concertos Bataclan, onde 90 pessoas morreram. O terrorista é um francês de origem marroquina de 23 anos, que nasceu em Estrasburgo, no leste do país, e que esteve na Síria combatendo ao lado do do grupo Estado Islâmico.

Foued Mohamed Aggad havia ido à Síria no final de 2013 ao lado de seu irmão e de um grupo de amigos. Dois integrantes deles morreram nos combates e os outros foram presos quando voltaram à França em 2014. Aggad teria ficado mais tempo em território sírio e escapado da polícia. Segundo as últimas notícias, ele estava participando dos combates no Iraque, onde sua mulher, também francesa, tinha acabado de ter um bebê.

Conhecido dos serviços de polícia

Aggad foi identificado no fim de semana, após uma comparação de seu DNA com o de vários integrantes de sua família, segundo uma fonte ligada às investigações. Aggad mantinha contato regularmente com a mãe, que chegou a enviar dinheiro para que o filho voltasse à França e abandonasse o combate ao lado do grupo Estado Islâmico. Ele retornaria apenas para fazer parte, enquanto kamikaze, do ataque na casa de shows, ao lado de pelo menos outros dois homens-bomba.

Assim como o belga Abdelhamid Abaaoud, o suposto cérebro dos atentados de Paris, Foued Aggad era conhecido dos serviços de polícia. O francês tinha um perfil no Facebook, onde postava com frequência fotos dele na Síria. Apesar disso, ele conseguiu contornar os serviços de inteligência e voltar à França para participar dos piores atentados no país desde a Segunda Guerra Mundial.

Os outros dois terroristas do Bataclan também eram franceses. Os atentados de Paris deixaram 130 mortos.
 

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