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França

Mundo caminha para catástrofe climática, adverte Ban Ki-moon

media O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon. REUTERS/Philippe Wojazer

O mundo caminha para uma "catástrofe climática", afirmou o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, ao abrir nesta segunda-feira (7) a semana de discussões ministeriais da Conferência de Paris sobre o clima (COP 21).

"O mundo espera algo mais que meias medidas", declarou Ban na sessão plenária aos representantes de 195 países que negociam um acordo para conter o aquecimento global a 1,5°C ou 2°C na comparação com a era pré-industrial. Esse acordo deve entrar em vigor em 2020. O tempo é cada vez mais curto, pois os ministros pretendem concluir esta semana dezenas de pontos que ficaram entre parênteses no rascunho elaborado na semana passada pelas delegações nacionais.

Ban recordou que os consensos alcançados podem ser insuficientes para impedir a multiplicação dos desastres naturais, como secas, inundações e a elevação do nível dos oceanos. Os países insulares e os menos avançados desejam que as medidas adotadas permitam conter o aumento da temperatura em 1,5ºC.

Ban destacou a necessidade de instaurar, a partir de 2020, uma revisão a cada cinco anos dos compromissos alcançados, para que possam ser "reforçados em função dos dados científicos disponíveis". "Se salvamos Tuvalu, salvamos o mundo", declarou pouco depois Enele Sosene Sopoaga, o primeiro-ministro deste arquipélago que tem a existência ameaçada com o aumento do nível do oceano Pacífico.

O ministro francês das Relações Exteriores e presidente da COP 21, Laurent Fabius, ressaltou que, depois das discussões das delegações, os ministros têm o dever de apresentar "decisões políticas" às questões pendentes.

Pontos cruciais permanecem em aberto

A questão do financiamento das ações de mitigação e adaptação às mudanças do clima pelos países pobres continua sobre a mesa. Outro ponto considerado crucial é a criação de um mecanismo de revisão, a cada cinco anos, e para cima, dos objetivos dos países emissores dos gases do efeito estufa. Os países produtores de petróleo se opõem a qualquer menção sobre o fim das energias fósseis. A questão mais difícil continua sendo a transferência de dinheiro dos países ricos par aos pobres se adpatarem às transição energética e a combaterem os efeitos das mudanças climáticas. 

A conferência de Paris tenta evitar a repetição do fracasso da conferência sobre o clima de Copenhague, ocorrida em 2009.

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