Ouvir Baixar Podcast
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 17/09 15h27 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 17/09 15h00 GMT
  • 09h57 - 10h00 GMT
    Flash de notícias 17/09 09h57 GMT
  • 09h36 - 09h57 GMT
    Programa 17/09 09h36 GMT
  • 09h30 - 09h36 GMT
    Jornal 17/09 09h30 GMT
  • 15h27 - 15h30 GMT
    Flash de notícias 16/09 15h27 GMT
  • 15h06 - 15h27 GMT
    Programa 16/09 15h06 GMT
  • 15h00 - 15h06 GMT
    Jornal 16/09 15h00 GMT
Para poder acessar todos os conteúdos multimídia, você deve instalar o plugin Flash no seu navegador. Para se conectar, você deve ativar os cookies nas configurações do navegador. O site da RFI é compatível com os seguintes navegadores: Internet Explorer 8 e +, Firefox 10 e +, Safari 3 e +, Chrome 17 e +.
França

Ministro relativiza risco de ataque com armas químicas na França

media O ministro francês da Defesa, Jean-Yves Le Drian, minimizou o risco de ataques com armas químicas ou biológicas. REUTERS/Delmi Alvarez

Três dias após o premiê Manuel Valls ter alertado para um possível risco de ataques com armas químicas ou biológicas na França, o ministro francês da Defesa, Jean-Yves Le Drian, minimizou neste domingo (22) essa hipótese. Segundo ele, esse tipo de atentado comporta uma série de obstáculos que tornam sua realização muito difícil. Mesmo assim, o ministro disse que essa possibilidade não pode ser descartada, principalmente após os ataques terroristas que deixaram 130 mortos e mais de 350 feridos em Paris.

Este tipo de atentado "faz parte dos riscos que devemos levar em consideração", embora "seja muito complicado utilizar armas químicas de um território para outro", disse o ministro a rádio francesa Europe 1. Mesmo assim, Le Drian ressaltou que "todas as precauções estão sendo tomadas para evitar este tipo de risco".

As declarações são uma resposta ao alerta lançado pelo primeiro-ministro francês, Manuel Valls, que chamou a atenção para o risco de um atentado com "armas químicas ou biológicas" no país. O aviso do premiê despertou na população o medo de um possível ataque dentro do metrô ou em outros lugares públicos.

Exército poderá distribuir antídoto

O governo autorizou que as farmácias do exército possam distribuir antídotos às armas químicas aos serviços de emergência civis do país em caso de ataque. No entanto, segundo as autoridades de saúde pública, o fornecimento de grandes quantidades de sulfato de atropina, o único remédio contra alguns gases tóxicos, era uma medida que já estava prevista no plano de preparação para a Conferência Climática das Nações Unidas (COP 21), que começa na França em 30 de novembro, e que reunirá centenas de chefes de Estado e de governo em Paris.

O sulfato de atropina é usado por via intravenal para curar pessoas expostas a gases neurotóxicos organofosforados, como sarin, tabun, soman e VX. Em caso de ataque, as vítimas devem receber doses de 2 mg da substância a cada cinco minutos, até que os sintomas desapareçam.

Descobertos após a Primeira Guerra Mundial, os gases neurotóxicos organofosforados reduzem o ritmo cardíaco e podem provocar a morte por asfixia.

(Com informações da AFP)

Sobre o mesmo assunto
 
O tempo de conexão expirou.