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França

Sete atentados em Paris teriam saldo de mais de cem mortos nesta sexta-feira

media Investigadores perto do Stade de France. REUTERS/Gonazlo Fuentes

Uma operação especial das forças de segurança conseguiu terminar com a tomada de reféns que acontecia em uma casa de espetáculos em Paris. O presidente francês, François Hollande, cancelou sua viagem à Turquia, onde participaria neste final de semana de um encontro do G20. Os ataques simultâneos teriam acontecido em sete pontos distintos da região parisiense, provocando cerca de cem mortos, número ainda não oficial.

 

O Bataclan, perto da Bastilha, tem capacidade para 1.500 pessoas. O concerto da noite era do grupo de garage rock Eagles of Death Metal. Segundo testemunhos, o local foi invadido por três homens armados que lançaram granadas na sala e gritando “Allah Akbar” (Deus é o maior, em árabe). Cerca de 70 pessoas teriam morrido no local.

Pelo menos um kamikaze morreu em um dos ataques

Três explosões aconteceram na área do Stade de France, onde a França enfrentava a Alemanha num jogo amistoso. Pelo menos uma delas foi provocada por um kamikaze que também morreu, segundo fontes policiais. Outra aconteceu perto de um restaurante McDonald’s. Pelo menos cinco pessoas morreram e onze pessoas ficaram gravemente feridas.

O presidente francês, François Hollande, assistia à partida e foi rapidamente retirado em segurança, seguindo direto para o ministério do Interior.  Os 65.000 espectadores foram sendo retirados aos poucos, sem precipitação, pela polícia, constatou uma jornalista da AFP.

Homens atiraram a esmo com metralhadoras

Além das explosões no Stade de France, ataques simultâneos foram registrados em pontos movimentados na região central e leste de Paris, visando restaurantes, bares e a casa de shows Bataclan. Testemunhas relataram homens atirando com metralhadoras a esmo contra clientes nos terraços de bares.

Escolas, colégios e universidades não vão funcionar no sábado.

“Foi um ataque contra a humanidade”, reagiu rapidamente o presidente americano, Barack Obama
 

 
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