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França

Atentado em casa de show teria matado cerca de cem pessoas

media Forças de segurança diante da casa de show Bataclan, em Paris. REUTERS/Christian Hartmann

Uma operação especial das forças de segurança conseguiu terminar com a tomada de reféns que acontecia em uma casa de espetáculos em Paris. O presidente francês, François Hollande, cancelou sua viagem à Turquia, onde participaria neste final de semana de um encontro do G20. Os ataques simultâneos teriam acontecido em sete pontos distintos da região parisiense, com mais de cem mortos. Não há números oficiais, fontes policiais falam em cem mortos so na casa de show e cerca de mais 20 nos outros ataques.

O Bataclan, perto da Bastilha, tem capacidade para 1.500 pessoas. O concerto da noite era do grupo rock californiano Eagles of Death Metal. Segundo testemunhos, o local foi invadido por três homens armados que lançaram granadas na sala e gritando “Allah Akbar” (Deus é o maior, em árabe).

Três explosões aconteceram na área do Stade de France, onde a França enfrentava a Alemanha num jogo amistoso. Pelo menos uma das explosoes foi provocada por um kamikaze que também morreu, segundo fontes policiais. Outra aconteceu perto de um restaurante McDonald’s. Pelo menos cinco pessoas morreram e onze pessoas ficaram gravemente feridas.

O presidente francês, François Hollande assistia à partida e foi rapidamente retirado em segurança, seguindo direto para o ministério do Interior.  Os 65.000 espectadores foram sendo retirados aos poucos, sem precipitação, pela polícia, constatou uma jornalista da AFP.

Além das explosões no Stade de France, ataques simultâneos foram registrados em pontos movimentados na região central e leste de Paris, visando restaurantes, bares e a casa de shows Bataclan.

Escolas, colégios e universidades não vão funcionar no sábado.

“Foi um ataque contra a humanidade”, reagiu rapidamente o presidente americano, Barack Obama

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