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França

Buscas por destroços do MH370 na Ilha da Reunião serão encerradas na segunda-feira

media Exército francês coordena as buscas aéreas por destroços do Boeing 777 da Malaysia Airlines na Ilha da Reunião. REUTERS/Patrick Becot

Após uma semana de buscas por mais destroços da Boeing 777 da Malaysia Airlines na Ilha da Reunião, os resultados não são animadores. Além do pedaço de asa que, segundo autoridades francesas, "provavelmente" pertence à aeronave desaparecida desde março de 2014, nenhum outro indício sobre o mistério do voo MH370 da companhia malaia foi encontrado. Assim, as autoridades francesas anunciaram que as buscas serão encerradas na segunda-feira (17).

De acordo com o prefeito da Ilha da Reunião, Dominique Sorain, apenas uma descoberta importante durante esse fim de semana pode reverter a decisão. "Continuaremos trabalhando em um dispositivo de vigilância reforçada", ponderou. Assim, os dois últimos sobrevoos do litoral da região serão realizados neste domingo (16) e segunda-feira (17). Segundo ele, missões cotidianas de rastreamento das praias serão realizadas frequentemente pelo exército e pela polícia.

Desde o final de julho, quando foi encontrada a parte de uma asa de um Boeing 777 na Ilha da Reunião, território ultramarino francês no Oceano Índico, as esperanças de desvendar o que aconteceu com o MH370 reacenderam. Análises realizadas na Direção Geral de Armamentos Técnicos Aeronáuticos de Balma, no sul da França, indicaram que a asa é provavelmente da aeronave. Os trabalhos seguem em andamento.

Mas, desde então, as buscas por mais destroços do aparelho no litoral da ilha da Reunião não obtiveram sucesso. Em uma semana, 10 mil quilômetros quadrados de oceano foram sobrevoados diversas vezes. Policiais e voluntários percorreram todo o litoral leste do local a pé, também sem encontrar nenhum novo indício ou pista do voo.

Mistério permanece

De acordo com o jornal Aujourd'hui en France deste sábado (15), a principal pergunta que os especialistas se fazem hoje é como esse provável destroço do Boeing 777 da companhia malaia pode ter ido parar no local. "Os destroços podem tomar trajetórias diferentes em função de sua imersão na água. Se um objeto está parcialmente coberto no mar, ele vai seguir as correntes marítimas. Se ele estiver boiando, vai ser levado pelo vento. Alguns destroços podem flutuar durante um certo tempo, depois afundar", analisa o oceanógrafo Joel Sudre, do Centro de Pesquisas Científicas da França (CNRS, sigla em francês).

Já o prefeito da ilha da Reunião, Dominique Sorain, está pessimista quanto a eficácia das buscas. "Se as chances de que um pedaço de asa chegasse até aqui já eram mínimas, a probabilidade de encontrar novos elementos é infinitamente pequeno", declarou.

Falsos alertas

Além do intenso trabalho na busca de mais pistas sobre o desaparecimento do MH 370, as autoridades também perderam tempo com falsos alertas. Dentro da mala descoberta em uma praia da Ilha da Reunião, a polícia encontrou um gato morto. Garrafas de leite e de águas com inscrições em malaio e chinês não puderam trazer nenhuma nova confirmação às investigações.

O MH370 da Malaysia Airlines desapareceu em março de 2014 com 239 pessoas a bordo, entre elas, 153 chineses. O pedaço de asa encontrado na Ilha da Reunião é, até o momento, o único indício da queda do avião. Mas, segundo especialistas, apenas esse destroço não pode trazer nenhuma revelação sobre o misterioso desaparecimento da aeronave.

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